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Blog - 12.04.2018
A violação de privacidade nossa de cada dia
                                       
 
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O vazamento de dados do Facebook, ocorrido recentemente, coloca em discussão a©iStock.com/Oatawa falta de uma regulamentação efetiva em defesa da privacidade dos mais de 4 bilhões de usuários de internet, o que representa 46% da população mundial – só no Brasil são mais de 116 milhões de pessoas conectadas à rede mundial de computadores, conforme relatório da We are Social e Hootsuite. O escândalo, publicado pelo jornal americano The New York Times, expôs o compartilhamento indevido de informações de mais de 87 milhões de usuários da rede social em um quiz realizado em conjunto com a consultoria Cambridge Analytica.

Em depoimento ao Senado americano, realizado nesta semana, o CEO e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg disse que os dados violados pelo aplicativo entre 2013 e 2014 não foram usados para influenciar o resultado da eleição presidencial do país em 2016, na qual Donald Trump saiu vencedor. Após inúmeras desculpas, o executivo reiterou a promessa de “cuidar melhor” do conteúdo disponibilizado na rede social. Porém, não garantiu que aceitaria uma lei que obrigasse a obtenção da permissão direta dos usuários para compartilhar suas informações sobre hábitos, saúde e relacionamentos.

No final de março, o CEO passou a coordenar uma série de medidas em prol da privacidade dos internautas, mas a imagem da empresa foi gravemente abalada. Muitos especialistas chegam a prever que o incidente representa a possível derrocada e até mesmo o fim da mais famosa rede social do planeta. Com quase 2 bilhões de usuários, o sucesso dessa popular mídia fez com que grande parte de diferentes serviços online associassem o seu login à conta do Facebook. Por conta disso, é provável que tenhamos muitos aplicativos conectados ao nosso perfil na rede social e nem lembremos de todos.

Esse fato evidencia que não há controle dos dados obtidos pelas empresas na web e muito menos da privacidade das pessoas, o que resulta no uso indevido de suas informações. Não bastasse esse episódio, praticamente tudo que fazemos na internet precisa de um cadastro, deixando-nos muito suscetíveis no mundo digital a sofrer violações desse tipo. Mas, afinal, para onde vão todas essas informações e como elas são realmente usadas?

No Brasil, o Marco Civil da Internet (lei n° 12.965/14) regula o uso da rede mundial de computadores por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres dos internautas, bem como diretrizes para a atuação do Estado. O projeto ganhou força em 2013, quando foram descobertas as práticas de espionagem usadas pelo governo americano contra o Brasil e outros países. De acordo com a legislação, “fica permitido – para preservar a estabilidade e segurança da rede – que as operadoras façam o gerenciamento das redes utilizando as medidas técnicas estabelecidas pelo padrão internacional”. Já o artigo 11 garante que “qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros, dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações de Internet em que um desses atos ocorram em território nacional, deverá ser respeitada a nossa legislação”.

Fica claro que a fiscalização tanto de órgãos nacionais e internacionais se mostra precária e insuficiente, favorecendo as empresas no uso de dados pessoais para a venda e direcionamento de publicidade. Cabe aos usuários filtrar o que de fato precisa ser exposto de sua rotina na internet, com o cuidado de manter a coerência, o respeito e a verdade nas mensagens postadas nas redes sociais. Pois, afinal, somos vigiados sim – todos os dias – e nossos dados são usados abertamente por diferentes fontes e meios, seja em caráter comercial ou político e pragmático.

Cláudia Boff, jornalista (Temática)

Tags: internet, redes sociais, Facebook, privacidade, vazamento, violação, dados, informações


Blog - 27.03.2018
Fuja da polarização
                                       
 
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A crise política e econômica parece ter cindido o Brasil em dois polos que se acusam mutuamente por todas as mazelas. Na imprensa e nas redes sociais, quase tudo vira um debate de dois espectros: direita e esquerda. Se, por um lado, a crescente politização pode ser boa como efeito de conscientização da realidade, por outro torna-se um debate surdo, em que nenhuma parte normalmente se propõe, de fato, a considerar os pontos da outra.

Momento semelhante vivenciaram os Estados Unidos nas eleições presidenciais entre Trump e Hillary. Aproveitando o ensejo, uma série cômica chamada Horace and Pete, veiculada somente no YouTube, mostrou uma cena que é um perfeito retrato dessa divisão. São três personagens no balcão de um bar, discutindo política. Um representando os conservadores (naquele país, a direita), o outro, os liberais (a esquerda). O do meio age como um “mediador”. Faço abaixo uma tradução livre de um trecho:

– É interessante como vocês se definem. Como você define um liberal? – pergunta ao conservador aquele com o papel de mediador.

– É só o politicamente correto, com uma falsa defesa dos direitos dos animais, ficam empurrando a agenda gay, parece que odeiam os cristãos e o homem branco. Eles se acham melhores do que as outras pessoas, e consideram que podem dizer a elas o que pensar. São idiotas!

– E como você definiria um conservador? – pergunta então o mediador ao liberal.

– É Jesus para todo lado, odeiam os gays, são racistas mas fingem não ser, agem de forma egoísta e tudo com o que se importam é o dinheiro.

– Mas se vocês se enxergam assim, como esperam poder concordar em algo? Esperem um pouco. Conservador, defina-se a você mesmo – solicita o mediador.

– É alguém que tem valores e se atém a eles. É preciso entender que o país, a vida e Deus são coisas sagradas. As pessoas deveriam respeitar umas às outras. O governo precisa estar lá para facilitar as relações e não para controlar as pessoas. A maneira com a qual você tira o melhor delas é dando vazão a seus pontos fortes e não as compensando em exagero por suas fraquezas.

– Parece razoável, – diz o mediador. Agora você, defina-se como liberal.

– É estar aberto a questões fora de seu âmbito, pensar nos outros e ter ciência de que somos responsáveis pelo planeta. As pessoas precisam se tolerantes umas com as outras, entendendo que uma comunidade com diversidade é uma comunidade forte. Às vezes, o pequeno precisa de uma mãozinha, e somos uma nação forte o suficiente para ajudá-lo.

– Bom, se vocês começarem o debate tomando por base a definição que o outro tem de si mesmo, não acham que há uma chance maior de chegarem a um consenso? – questiona o mediador.

Nesse momento, outro cliente do bar intervém na conversa:

– Quem disse que eles querem isso? Estão praticando um esporte!

Cabe a cada um de nós saber até que ponto vale praticar esse esporte, e quando ele começa a provocar lesões ou aborrecimentos demais. Talvez esteja faltando habilidades de negociação nesse cenário. No best-seller Como Chegar ao Sim (de William Ury, Rober Fischer e Bruce Patton), podemos encontrar valiosas lições acerca do tema. Deixo aqui, sem me alongar na conversa, quatro dicas fundamentais da obra: sempre separe as pessoas do problema a ser resolvido; concentre-se nos interesses da outra parte, e não nas suas posições; tente encontrar opções de ganhos mútuos e, por fim, insista em critérios objetivos para chegar a acordos sensatos e justos. William Ury e seus colegas aconselham o bom negociador a não responder a ataques pessoais. “Não aceite nem rejeite a posição do outro. Trate-a como uma opção possível, procure os interesses por trás, os princípios que ela reflete e tente aprimorá-la”, argumentam.

Diego Castro, jornalista

Tags: polarização, negociação, consenso, comunicação


Blog - 22.02.2018
Reinventar-se: o caminho para a mídia impressa
                                       
 
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Uma das grandes discussões atuais no meio do jornalismo impresso são quais os ©iStock.com/Fazon1rumos que o segmento irá tomar. O medo assola as redações de jornais e revistas, frente à época completamente digital que vivemos e o fechamento e enxugamento diversas grandes redações Brasil afora. Mas, ao que tudo indica, quem se reinventar terá total capacidade para sobreviver. Essa foi a lógica aplicada no The Washington Post, tradicional jornal americano. Comprado em 2013 pelo empresário Jeff Bezos, dono da Amazon, o negócio saiu da beira da falência para se tornar uma empresa sólida e, em 2018, entrou pela primeira vez para a lista das dez empresas mais inovadoras do mundo, divulgada esta semana pela revista Fast Company.

O segredo de Bezos? Não ter medo de mudar. O executivo não mexeu na linha editorial, mas realizou profundas mudanças na gestão e visão do negócio. Investiu na contratação de mais jornalistas, aumentando a qualidade do produto final. Prestou atenção no seu público e nas suas necessidades. Apostou ainda em novos devices e formatos, colocando o jornal em todo tipo de ambiente: o conteúdo pode ser acessado em diversos dispositivos e também está presente em portais famosos como MSN e agregadores como o Flipboard.

É interessante que, para virar o jogo, o Washington Post vem usando exatamente aquilo que a mídia impressa tanto teme: a tecnologia. Para auxiliar a redação, foram coletados dados dos leitores, que ajudaram a entender quem é o público do jornal e o que ele procura ler, refinando a elaboração das pautas. Outra novidade foi a criação de uma rede de cerca de 300 jornais regionais, que oferecem a seus assinantes acesso gratuito ao conteúdo digital do Washington Post. A publicação foi além e ainda investiu no ramo dos softwares, criando o sistema Arc, publicador que agilizou os processos e facilitou o trabalho dos jornalistas. Hoje o sistema é usado por redações de outros jornais, como o Los Angeles Times e o New Zealand Herald.

Com 140 anos de história, o jornal se tornou exemplo de superação para os demais veículos que atuam no segmento. Com as mudanças, a audiência da publicação disparou, superando 100 milhões de visitantes únicos online em 2016 e ultrapassando um milhão de assinantes digitais em 2017. Isso representou um aumento de 300% em apenas um ano. Sua trajetória mostra que, com visão aliada à inovação, é possível crescer e sobreviver.

Laís Albuquerque, estagiária de Jornalismo (Temática)


Blog - 14.02.2018
Excelência e empatia no centro das atenções
                                       
 
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Ter o cliente como a razão de ser é o princípio de qualquer negócio, ©iStock.com/Carla Nichiataindependentemente de sua área de atuação. Em meio a uma sociedade imediatista, que consome ao mesmo tempo muita tecnologia, informação e entretenimento, torna-se um grande desafio manter um relacionamento eficaz com quem se interessa pela sua empresa.

Busque as particularidades do seu público, entendendo os seus gostos e as suas preferências, para a construção de um diálogo mais próximo da sua realidade. E como parte dessa aproximação, coloque-se no lugar do outro, lembrando que do outro lado do balcão há alguém que precisa de atenção, para que sejam satisfeitos todos os seus anseios no momento da compra. 

Diante do novo perfil dos consumidores, que se mostram mais exigentes e informados, e até mesmo sedentos por uma boa experiência, volta ao centro das atenções alguns conceitos, que exaltam o cliente, como a personificação. O Costumer Centricity, por exemplo, coloca-o no topo da estratégia, com ações focadas em atrair e fidelizar seu público-alvo. Outra aposta das organizações tem sido a humanização das marcas, que trabalha o posicionamento das empresas, com iniciativas em comunicação e marketing, abrangendo campanhas e projetos, entre outras atividades.

No artigo Como atingir a humanidade de marca?, o publicitário Felipe Vanni afirma que é preciso falar com igualdade e não de empresa para humano. Ao optar pelo storytelling, o empresário busca contar histórias que as pessoas possam se identificar por meio de emoções, expressas no dia a dia: “Toda a estratégia de comunicação da marca deve refletir isso de forma coerente. É nesse diálogo que se atinge a ‘humanidade’.”

Ter mascote, garoto propaganda ou uma logomarca chamativa, com publicações constantes nas redes sociais, não significa atingir de imediato seu público-alvo. Deve-se estabelecer uma troca de informações e sentimentos com os clientes. “É ele quem vai te dizer o que precisa, quer ouvir, sentir e saber, e a sua empresa vai entregar isso na forma dessa identificação”, explica o especialista. Para ter resultado, é preciso vivenciar esse conceito, tendo-o como propósito, incorporado na cultura do negócio. Vanni reforça que esse processo envolve entender a persona, criar uma marca que cause empatia, produzir conteúdo de diálogo, publicá-lo e interagir na internet, captando feedbacks para que se faça novos materiais. “A emoção é algo que precisa ser alimentado. A marca é viva e ela precisa interagir com seu público. Essa é a chave para a humanização”, conclui o profissional.

Diversos varejistas gaúchos já estão percorrendo este caminho que, mais do que uma tendência, mostra-se uma nova filosofia gerencial. Afinal, quem não gosta de ter as suas necessidades atendidas com excelência, respeito e empatia? Infelizmente, nem todas as marcas funcionam dessa maneira. Fica o desafio, ao menos pela sobrevivência, alcançando por consequência a satisfação de quem você vende e te ajuda a pagar as contas.

Cláudia Boff, Jornalista (Temática)

Tags: Costumer Centricity, humanização das marcas, empatia, storryteling


Blog - 06.02.2018
De onde vêm os bebês?
                                       
 
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Reprodução/YoutubeHá tempos eu quero falar sobre as Kardashians por aqui. Uma vez foi quando a Kim – a integrante mais proeminente entre as cinco irmãs – notoriamente conhecida como a rainha das selfies e dos nudes, estampou a Forbes em julho de 2016, falando sobre o sucesso de seu jogo em forma de app para dispositivos móveis. Ao postar a capa da revista em seu instagram, ela adicionou a hashtag #NotBadForAGirlWithNoTalent (em livre tradução, #NadaMalParaUmaGarotaSemTalento), em uma clara referência aos seus críticos, que seguidamente contestam a fama e fortuna de Kim devido à sua suposta falta de talentos artísticos.

A verdade é que a família – formada por Kim, Kourtney, Khloe, Kendall e Kylie, comandadas em pulso firme pela “momager”, Kris – tem o toque de Midas: tudo o que fazem, vira ouro. As redes sociais não estão à parte deste sucesso: Kim e Kendall já ocuparam o posto de foto mais curtida do Instagram e costumam arrebatar milhões de curtidas a cada novo registro postado. A “kaçula” Kylie Jenner, em seus tenros 20 anos, também já é uma gigante da internet. Dona da Kylie Cosmetics, uma das maiores empresas de maquiagem do mundo, ela conta com uma fortuna de R$ 129 milhões e é a 59ª pessoa mais rica do planeta, e, em sua família, fica apenas atrás de Kim em termos monetários. Kylie soma atualmente 138,9 milhões de seguidores nas redes sociais (número que se aproxima da quantidade de habitantes do Brasil) e é uma ávida usuária de suas mídias.

Ou pelo menos era, até setembro de 2017, quando surgiram os boatos de que ela estaria grávida de seu namorado. A partir de então, ao contrário de todo o modus operandi da família – que estrela um reality show sobre o seu dia-a-dia desde 2007 – nada se declarou sobre a suposta gravidez de Kylie, que, por sua vez, aparentemente desapareceu da face da terra. Nenhum post atualizado, nenhum clique de paparazzi, nenhum comentário de seus amigos ou de sua família. Muito se questionava e se imaginava sobre o que estaria acontecendo com a “kaçula”, mas ninguém sabia ao certo.

Então, após um longo período de especulação, Kylie anunciou, em um post simples seu Instagram – uma mera mensagem em preto e branco – o nascimento de sua filha no dia 1º de fevereiro. Minutos depois, ela postou um vídeo no Youtube, com momentos especiais de sua gestação, como a descoberta, o chá de bebê e áudios do parto, na última quinta-feira. Kylie, aparentemente, do alto dos seus 20 anos e de sua fortuna – tanto monetária quanto midiática – é mãe de uma menina que nasceu com incríveis 4,3kg.

Em seu post no insta, Kylie comenta que a gravidez era algo que ela escolhera não fazer na frente do mundo: “Eu sabia por mim mesma que precisava me preparar para esse papel de uma vida da maneira mais positiva, livre de estresse e saudável. [...] Não havia nenhum momento de revelação, nem uma grande divulgação que eu tinha planejado. Eu sabia que meu bebê sentiria todo estresse e cada emoção, então eu escolhi fazê-lo dessa maneira para minha pequena vida e nossa felicidade. A gravidez foi a experiência mais bonita, empoderadora e transformadora que eu tive na minha vida inteira, e eu sentirei falta dela”.

Para quem trabalha com mídias sociais, uma atitude como a de Kylie impacta tudo o que conhecemos e que pregamos. Em um mundo onde tudo está disponível de forma rápida e completa, se reservar por seis meses e esconder do mundo uma gestação parece destoante – e, ao mesmo tempo, pode virar tendência. Fica também a lição de que, em um momento em que ela precisava de privacidade e conforto, é possível respeitar o espaço alheio e as decisões de cada mulher sobre o seu corpo e a sua história.

Eu também tive uma filha aos 20 anos (19, na verdade), e por questões que são apenas minhas, tenho pouquíssimos registros nas redes sociais da minha gestação. Poucas fotos também. Outras amigas e conhecidas compartilhavam fotos de cada semana de gravidez, com várias temáticas, incluindo o tamanho de seus bebês. Há celebridades que vendem até os posts de revelação da gestação, e há, como no caso de Kylie, outras que preferem se preservar para levar o momento com calma. Se tem algo que eu aprendi em 3 anos e meio na maternidade é que não tem jeito certo ou errado de ser mãe – tem o nosso jeito, que vamos descobrindo ao longo do caminho. Parabéns Kylie e família pela chegada da nova integrante, e continuem nos inspirando no social media – com certeza vocês nunca deixarão de nos surpreender!

Nathália Cardosoprodutora de textos (Temática). 

Tags: kardashian, social media, maternidade


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