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Blog - 06.07.2016
Para quem você fala?
                                       
 
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Como muitos jornalistas, entrei no curso aspirando algum tipo de trabalho que me©iStock.com/Hong Li fizesse mexer com as palavras. Normalmente, quem se aventura pelo mundo da Comunicação possui algum conhecimento sobre a realidade do dia a dia, mas as palavras exercem, quase como mágica, uma força que nos encanta e nos chama para cada vez mais perto. Independentemente do meio – rádio, TV, impresso, assessoria de imprensa – as palavras são nossas companheiras e fonte inesgotável de fascínio e também de ansiedade. Oras, quem nunca ficou pensando depois de uma apresentação ou reunião que poderia ter se expressado melhor? Até mesmo para nós, profissionais da palavra, esta angústia nunca termina.

Fiquei pensando nisso enquanto procurava novos títulos cinematográficos para assistir nesta semana. Tento ver, ao menos, dois por semana. Me deparei com o filme Kill Your Darlings, de 2013, do diretor John Krokidas. O título vem de uma frase normalmente atribuída à Allen Ginsberg (cuja vida é apresentada no longa) e um antigo conselho dado a aspirantes a escritores no mundo inteiro, que poderia ser traduzido rusticamente como “mate seus queridos”. A sentença, ainda que um pouco mórbida, significa que mesmo que você esteja enamorado por alguma parte do que produziu, se ele não funciona no conjunto da história, este deve ser cortado sem dó nem piedade. Nosso trabalho, ainda que extremamente pessoal na escolha de referências e estilo, ainda é, acima de tudo, o trabalho de comunicar-se com o outro, de transmitir informação. Se ele não atende esta função básica, arregaçamos as mangas e começamos tudo do início.

Descobrimos, ao longo da prática do jornalismo, a importância de não só conhecer diferentes formas de falar sobre um mesmo assunto, mas os melhores jeitos de expressá-las. De nada adianta floreios e belas palavras que enchem de lágrimas os olhos dos leitores se a mensagem principal não é compreendida. É parte de nosso ofício, também, auxiliar nossos clientes a encontrarem sua voz, criando uma parceria entre as experiências do cliente com sua empresa, e a nossa, com a construção do diálogo. Afinal, falar é coisa simples. Descobrir, então, para quem se quer falar é uma decisão diferente. Mas, comunicar-se efetivamente para este público é uma outra questão. Para nós esta pergunta se renova a cada desafio apresentado por nossos clientes, que superamos com renovada paixão pelo exercício da Comunicação.

Amanda Kaster, estagiária de Jornalismo da Temática


Blog - 09.06.2016
Quanto vale a informação da sua empresa?
                                       
 
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©iStock.com/Temmuz can arsiray O modelo de negócio do jornalismo passa por uma crise, especialmente na área de impressos. A queda nas vendas decorre da migração dos leitores e da publicidade para plataformas digitais. No Brasil e no mundo, a circulação de jornais e revistas vem caindo e muitos agora só operam online ou fecharam suas portas. É o momento em que as empresas que produzem conteúdo estão se preocupando em medir o valor de suas entregas. Não há dúvidas de que o jornalismo ainda é necessário e continuará sendo necessário para separar fatos de boatos, mas é preciso saber o quanto os leitores querem pagar por informação de qualidade.

Muitos pensadores têm refletido sobre o assunto. O jornalismo agora concorre com o tempo e com o dinheiro que as pessoas dedicam a tudo o que é importante para elas. Cabe aos profissionais da área encontrar maneiras de entrar na lista das coisas mais importantes. “Esse valor não está atrelado a papel, tela, ondas de rádio. Ele está na disposição das pessoas em usá-lo, recomendá-lo, pagar por ele, compartilhar com os amigos”, argumenta o jornalista Leandro Beguoci.

Na visão do diretor de comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais, Pedro Sigaud-Sellos, ganhará a batalha pelas audiências o veículo não apenas com o melhor conteúdo (notícias, análises, opinião) mas aquele que melhor conseguir entender nosso Zeitgeist, ou seja, o espírito da época. Isso inclui, além de conteúdos originais e de alta qualidade, compreender o funcionamento das redes (tanto em termos sociológicos como tecnológicos), os comportamentos de consumo e aspirações dos públicos mais jovens.

Não basta contar histórias, é preciso se preocupar, constantemente, em mostrar o impacto que elas têm. Os públicos, cada vez mais complexos e atuantes, querem fazer parte dos processos de comunicação (interna ou externa), saber de todas as informações, investimentos, parcerias e demais temas sobre a empresa ou o setor. Nesse sentido, ganham importância os processos de comunicação integrada, de modo a mapear a cultura organizacional, os públicos e suas especificidades de contexto na recepção de mensagens. Uma agência especializada na área entregará ao empresário uma comunicação inteligente e criativa, encontrando formas de que os temas explorados tragam criatividade e entretenimento, coerência com a imagem da marca e oportunidades de interação. 

Diego Castro, jornalista da Temática

Tags: impressos, comunicação, jornalismo


Blog - 21.01.2016
De volta, agora com ainda mais conteúdo
                                       
 
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Carlota PaulsDepois de algum tempo sem as atividades do blog, estamos retomando com tudo: site novo e presença em outras mídias sociais, além dos já habituais Facebook e Twitter e LinkedIn. Agora estamos ativamente no Instagram e também abrimos um canal de comunicação via WhatsApp para uma comunicação mais direta. Toda semana teremos conteúdo novo e exclusivo no site, que funcionará como um portal de notícias, sendo que todas as reportagens e posts poderão ser compartilhados diretamente da página para as suas redes sociais, uma forma de interação com os nossos leitores. Aqui falaremos sobre temas pertinentes às áreas de Gestão de Pessoas, Marketing e Comunicação, entre outros. Contamos com a sua contribuição para troca de ideias e sugestões. Toda forma de participação é bem-vinda!

Nossa proposta é dar a informação não em primeiro lugar, mas com mais qualidade e com algum diferencial, apostando na credibilidade em meio a este boom de informações – nem sempre verdadeiras – a que estamos expostos todos os dias. Queremos continuar resgatando o bom jornalismo, que infelizmente anda em descrédito por tantos deslizes que vemos por aí. Seremos coerentes com as nossas políticas e valores – e entre eles estão a transparência e a responsabilidade.

Nós geramos conteúdo, não repetimos nem copiamos, muito menos criamos fatos que não existem. Produzimos conhecimento, não apenas textos, imagens e layouts. Nós pensamos sobre o que fazemos – não simplesmente executamos – e avaliamos sempre sobre o que é melhor para cada situação. Assim é a Temática, e tampouco ficaremos aqui falando do próprio umbigo (às vezes será inevitável, mas não se preocupem: apenas o faremos quando for necessário – e sem exageros). Aliás, é exatamente isto que defendemos para os nossos clientes: materiais menos institucionais e com mais informações/serviços, o que se traduz em disponibilizar conteúdos que possam ter alguma utilidade para quem os lê. Impresso ou digital, pouco importa. O que importa é que quem tem conteúdo, tem tudo. Aproveitem, estamos distribuindo!

Fernanda Reche, diretora e jornalista da Temática

Tags: conteúdo, comunicação, Temática, Mídias sociais


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