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Blog - 22.08.2016
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Criado em meados da década de 1990, Pokemón era inicialmente um videogame gerido pela The Pokemón Company, um consórcio entre a Nintendo e outras duas empresas japonesas. Mas o sucesso mesmo ficou a cargo do desenho japonês Pokemón, que contava a história de Ash, Misty e Brock, três pequenos caçadores em uma aventura para se tornarem Mestres Pokemón. Envolvendo personagens fofos, uma narrativa de superação e muita amizade entre os protagonistas, a série fez sucesso entre as crianças da época, que se apaixonaram pelo mascote de Ash, o famoso Pikachu.

Como uma criança comum que fui no início do milênio, eu adorava os Pokemóns. Lembro que a primeira feira do livro do colégio que fui, em 2000, entre as obras que arrematei para a minha biblioteca estava o Manual do Mestre Pokemón. Devorei página por página do livro, e aplicava os ensinamentos aos pequenos bonequinhos que vinham de brinde com refrigerantes. Outra grande memória da minha infância envolve um jogo de lince que competia contra o meu pai no chão da sala de casa, depois que ele chegava do trabalho. Munida de uma raquete com ventosas, minha mãe sorteava um Pokemón diretamente e tínhamos que encontrá-lo e pegá-lo entre todas as figuras espalhadas pelo chão.

Uma das poucas animações produzidas fora dos estúdios Disney a fazer sucesso mundialmente, Pokemón foi um fenômeno. Segundo a The Pokemón Company, foram lançados mais de 60 games inspirados na franquia, a série de animação conta com mais de 800 episódios e uma legião de fãs que organizava eventos com mais de 450 mil participantes a cada ano. Mas com a popularização da internet no novo milênio (nutrindo a decisão da Nintendo em se fechar para novos mercados) a febre passou, abrindo espaço para novos fenômenos. Além disso, o público (me incluindo) cresceu, deixando para trás os amados bichinhos.

Eis que a Nintendo resolve, com um certo atraso, nos trazer de volta ao mágico mundo dos Pokemóns! Agora, somos Mestres Pokemón saindo à caça de Pikachus, Bulbasaurs e Squirtles – tudo pela tela do nosso celular. Com a realidade aumentada, a Nintendo fez a mágica acontecer: uniu o fanatismo do início dos anos 2000 à onipresença dos dispositivos móveis na mão dos millennials de hoje. Apostando na nostalgia, a Nintendo fez renascer uma marca. E a sacada deu certo: o jogo gerou mais de US$ 200 milhões no mês de lançamento e foi o game mobile mais baixado de todos os tempos em seu primeiro mês, com 130 milhões de downloads.

Alvo de muitas críticas e preocupações, Pokemón Go inverteu a lógica dos jogos virtuais e, como diz em seu nome, convida as pessoas a saírem de casa e irem caçar nas ruas. Por meio do app, criou-se um ciclo de sair do sofá (reduto dos tradicionais videogames) e apontar o celular pelas ruas, à procura dos bichinhos aparecerem na tela, esperando para serem capturados. Mais do que o renascimento de uma lenda, Pokemón Go está convidando as pessoas a ocuparem espaços públicos, a caminharem para evoluírem seus Pokemóns (para chocar um ovo, por exemplo, é necessário andar por quilômetros com o aplicativo aberto) e, incidentemente, conhecer outros jogadores para saber onde estão os bichinhos mais raros (semana passada, fui abordada por um estranho ao recarregar minhas pokebolas no portão da faculdade, que me perguntou se eu sabia onde estava um Oddish. Não sabia, mas saí atrás do Oddish também). Pokemón Go acerta em nos transformar em nas crianças do início do século novamente, mas respeitando a nossa identidade de aficionados por tecnologia.  

Nathália Cardoso, estagiária de Jornalismo (Temática)

 


Blog - 17.08.2016
O currículo de fracassos que se tornou um sucesso
                                       
 
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"Estou certo de que nossa indisposição para ouvir a respeito de qualquer outra coisa que não seja o sucesso nos torna especialmente vulneráveis ao fracasso que tememos". Esta é a conclusão de um recente artigo escrito pelo respeitado economista Paul Krugman, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), intitulado Sem tempo para perdedores.

Nossa cultura é avessa ao erro e ao fracasso e isso se reflete em nossos currículos e entrevistas para emprego. Ressaltamos as experiências e cursos mais importantes. Citamos nossos principais sucessos para mostrar o quanto somos bons.

Todavia, um currículo somente de louros mostra apenas uma pequena porção da experiência de alguém – e talvez deixe de fora a parte mais importante. É o que defende Johannes Haushofer, professor assistente de psicologia na Universidade Princeton. Em abril, ele publicou um currículo com todos os fracassos profissionais de sua carreira. Incluiu nele os cursos nos quais não foi aceito na universidade, os empregos acadêmicos que não conseguiu, os estudos acadêmicos que escreveu e foram rejeitados para publicação, as bolsas de pesquisa que foram concedidas a colegas, mas não a ele.

“A maior parte das coisas que tento fazer dão errado, mas esses fracassos costumam ser invisíveis, enquanto os sucessos são visíveis. Percebi que isso, às vezes, passa a impressão de que a maioria das coisas dão certo para mim. Assim, muitas pessoas costumam atribuir os próprios fracassos apenas a si próprios e não ao fato de que o mundo é imprevisível, candidaturas dependem de sorte e avaliadores e comitês de seleção têm dias ruins”, escreveu no documento.

O currículo de fracassos de Haushofer foi inspirado em um artigo da neurobióloga Melanie Stefan, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, publicado na revista Nature em 2010. No texto, ela recomenda: "Faça seu próprio currículo de fracassos. Você verá que ele será seis vezes maior do que um currículo normal. Mas você vai se lembrar de verdades perdidas, a essência do que significa ser um cientista e pode ser que você inspire um colega para que ele esqueça a rejeição e comece de novo”.

Em entrevista ao jornal The Washington Post, Haushofer contou que seguiu o conselho de Stefan e registrou por escrito, em 2011, todas as vezes em que fracassou em sua carreira. O objetivo era enviar o documento para um colega que estava passando por um momento ruim.

Ironias à parte, o "currículo do fracasso" resultante se tornou um sucesso e repercutiu pelo mundo. Em uma última categoria, denominada "metafracasso", Haushofer incluiu: "Este maldito CV de fracassos recebeu muito mais atenção do que todo o meu trabalho acadêmico."

Após a repercussão, o professor deixou claro que não existem evidências científicas, ao que ele saiba, que sugerem que isso faça bem a qualquer pessoa: “É possível que mais abertura desse tipo tenha consequências positivas para o bem-estar psicológico. É uma questão empírica que acho que merece ser estudada por alguém. ”

Laura Schenkel, jornalista (Temática)

Tags: currículo de fracassos, recursos humanos, currículo


Blog - 11.08.2016
Qual o problema que a sua empresa resolve?
                                       
 
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©iStock.com/phototechnoCom uma equipe de 57 funcionários, o WhatsApp está desbancando gigantes da telefonia, causando a elas a perda de milhões de usuários e bilhões de dólares. O Uber tem 53 funcionários, sete anos de atuação e seu serviço é melhor avaliado do que o dos táxis. Sem comprar um saco de cimento, com pouco mais de 15 funcionários no Brasil, o site Airbnb virou a maior rede de hospedagem do mundo em número de quartos, roubando grande parte da clientela da rede hoteleira.  

Por que esses pequenos empreendimentos estão crescendo e tomando mercado rapidamente? Porque focam em nichos promissores e descobriram um propósito para inovar. Nas iniciativas exitosas citadas acima, seus idealizadores descobriram que as pessoas estão dispostas a mudar e a experimentar o novo. E nenhuma delas ganhou seu espaço utilizando grandes verbas publicitárias, pelo contrário: apostaram em economia compartilhada e na valorização das conexões espontâneas. Quem encontra o seu propósito também tem mais facilidade em atrair talentos, porque é exatamente isso o que os jovens buscam no trabalho atualmente. 

Gustavo Caetano é o CEO da Samba Tech, a maior plataforma de vídeos da América Latina, com mais de 500 clientes em oito países. No ano passado, sua empresa cresceu 180%, e em 2016 deverá crescer 120%. Ele esteve na conferência Brasil em Código, da GS1 Brasil, em São Paulo, quando questionou os empresários presentes: “Qual o problema que as suas empresas resolvem? Algumas estão preocupadas em resolver os mesmos problemas de 50 anos atrás. Continuam com os velhos processos e modus operandi porque sempre se fez assim”.  

Na receita dele, a chave para o sucesso empresarial reside em atender a um ou mais dos três propósitos a seguir: melhorar a vida das pessoas, arrumar algo que está errado ou prevenir que algo bom desapareça. “Esteja disposto a falhar testando a sua ideia, mas mantenha uma lógica de agilidade”, aconselha. Outra dica do inovador, mesmo para as grandes corporações, é ter cabeça de empresa pequena: não tente ser o melhor em tudo, crie um ecossistema em volta do seu negócio, de modo que outras empresas colaborem com a sua ideia. Inovação é simplificação, e não complexidade. 

Diego Castro, jornalista (Temática)

Tags: inovação, mercado, propósito, empreender, pequena empresa


Blog - 05.08.2016
Colaboração e cooperação
                                       
 
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Quando diversas pessoas atuam juntas para desenvolver determinada tarefa, elas têm de relacionar-se e organizar-se entre si de modo colaborativo e cooperativo. Mas será que os dois termos são, de fato, sinônimos?

A palavra cooperação provém do latim operare, traduzido como operar uma ação, funcionar ou fazer funcionar de acordo com um plano ou sistema. Já a palavra colaboração, do latim laborare, significa trabalhar, ou seja, emprenhar-se para atingir determinado fim sem ter, necessariamente, um plano traçado, pois o importante é o objetivo a ser alcançado. Ambas possuem o prefixo co, que, de acordo com o dicionário Priberam da Língua Portuguesa, significa: companhia, concomitância, simultaneidade.

No entanto, durante o desenvolvimento do trabalho conjunto, os papeis dos parceiros podem se diferenciar. Conforme o professor Antônio Sergio Lins de Carvalho, colaborar e cooperar exigem trabalho e operação em conjunto. Para o autor, ambas ações têm intenção explícita de contribuir e criar algo a partir do esforço compartilhado. Entretanto, o grupo que trabalha a partir de uma pré-disposição hierárquica, admitindo relações de poder e delegação de funções específicas a cada integrante, não pode ser considerado colaborativo, mas sim cooperativo. Se fala em colaboração quando há um trabalho simultâneo, mútuo e espontâneo, com todos os sujeitos interagindo de modo horizontal. A colaboração envolve a tomada conjunta de decisões e a comunicação efetiva, priorizando o diálogo entre os profissionais.

Nesse sentido, o trabalho colaborativo pode envolver a realização conjunta de operações. Mas exige mais do que isso, porque prevê situações complexas que devem ser resolvidas pelo grupo ao longo do percurso. Por isso, a colaboração requer maior partilha e interação. E, quanto maior a multidisciplinaridade da equipe, mais esforço e tempo são necessários para que a variedade de linguagens, referências e estilos de trabalho se aliem e funcionem de forma colaborativa.

Embora a coletividade seja prioritária nos trabalhos em equipe, a individualidade é fundamental para que haja iniciativa e interesse do profissional em se envolver com as atividades e angariar conhecimentos. Além disso, sempre haverá diferentes níveis de envolvimento com o trabalho, visto que cada sujeito possui autonomia suficiente tanto para apenas cumprir o que foi pedido quanto para aprofundar e desenvolver temas que surgem durante o desenvolvimento das atividades.

Para facilitar sua compreensão sobre as diferenças entre colaboração e cooperação, veja os esquemas criados pelo professor Fernando Pimentel.

Amanda Gomes, estagiária de Jornalismo (Temática)

Tags: Colaboração, Cooperação, Ambientes virtuais de aprendizado


Blog - 28.07.2016
Informação demais adoece
                                       
 
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DivulgaçãoComo bem dizia o estudioso suíço Claude Raffestin, no livro Por uma Geografia de poder; “quem detém a informação, detém o poder”. Em muitos momentos da História da humanidade, essa premissa regeu comportamentos, como na proibição da impressão de livros no Brasil, em meados de 1800, e na restrição à educação escolar, por muito tempo disponibilizada apenas aos homens, garantindo que o conhecimento durante séculos se concentrasse nos mais ricos e poderosos. A Igreja chegou a perseguir escritores e confiscar publicações que “atentavam contra a moral e os bons costumes”. Na política, o Ato Institucional número 5 (AI 5), instituído em 13 de dezembro de 1968, reforçou a censura, inclusive contra a imprensa e movimentos culturais.     

Na era da informação e do conhecimento, em que estamos vivemos, houve uma certa popularização de conteúdos que ultrapassa os meios tradicionais de acesso (rádio, TV e impressos). Com a internet, ampliaram-se as fontes de informação (por meio de portais, sites, blogs e mídias sociais), possibilitando uma certa convergência entre os meios de comunicação (com o uso de celulares e smartTVs, por exemplo). Essa quantidade incalculável de metadados, gerados e consumidos diariamente por diferentes gerações, está aumentando o risco de adoecimento da população.

Explico: no livro Ansiedade – Como enfrentar o mal do século, o psiquiatra e psicoterapeuta Augusto Cury chama a atenção para esse bombardeamento de informações que, na maior parte das vezes, não conseguimos absorver. Se pensar é importante e com consciência crítica é melhor ainda, ele alerta que usar o cérebro para isto de forma excessiva é “uma bomba para a qualidade de vida e um intelecto criativo e produtivo”. Na concepção dele, este ato contínuo está gerando a Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA), que deixa as pessoas muito hiperativas, tornando-as incapazes de descansar a mente até mesmo em uma noite de sono. Como consequência disso, surgem dores de cabeça e musculares, pessoas irritadiças e que sofrem por antecipação, possuindo déficit de concentração e de memória.  

Esse excesso de informações, segundo ele, faz com que o cérebro não consiga processar ao longo do dia tudo o que foi absorvido dos mais diferentes meios. A checagem, no entanto, acontece muitas vezes em um momento de parada, o que, conforme o especialista, explica situações de insônia, por exemplo. Mudar hábitos, trabalhar menos, selecionar mais os conteúdos consumidos e dedicar mais tempo para o seu eu são algumas dicas de Cury para vencer a SPA. A continuação da obra, lançada nesse mês de julho, promete surpresas. Em Ansiedade 2 – Autocontrole, o escritor conta como aplicou técnicas para o autocontrole em sua rotina. Segundo ele, ansiedade e estresse são essenciais para a vida, mas, como tudo, precisam ser dosados. Até que ponto vale a pena deter o poder?

Saiba mais

Uma das principais atrações da 35ª ExpoAgas será a palestra magna Ansiedade – Como enfrentar o mal do século com o médico Augusto Cury. A atividade acontecerá no dia 23/08, às 10h, no Teatro do Sesi, em Porto Alegre (AV. Assis Brasil, 8787). “Temos que mudar nosso estilo de vida, gerir melhor as emoções, adotando postura crítica diante desse estado. Precisamos duvidar das ideias perturbadoras, determinando a liderança do 'eu' como autor da própria história", adianta o palestrante. O evento integra a programação da Convenção Gaúcha de Supermercados, que começa em 23/08 e segue até o dia 25 do mesmo mês, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). A promoção é da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), cliente da Temática!

 

Cláudia Boff, jornalista (Temática)

Tags: ansiedade, informação, poder, SPA


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