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Blog - 15.08.2017
O futuro é uma astronave que tentamos pilotar
                                       
 
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©iStock.com/CHBDO futuro é uma astronave que tentamos pilotar/ Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar/ Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar”. O trecho de Aquarela, o maior sucesso de Toquinho, é o mote para falarmos do que está por vir. Segundo o futurista Gerd Leonhard, palestrante, músico e produtor, a humanidade mudará mais significativamente nos próximos 20 anos do que nos últimos 300.

Essa linha de pensamento também é adotada pelo consultor José Roberto Resende. De volta de uma viagem ao Vale do Silício (EUA), ele afirma: muitas empresas que hoje são grandes irão desaparecer. Nos Estados Unidos, o número de fechamento de lojas físicas começa a bater recordes. O empresário gaúcho Gustavo Schifino explica o porquê: “Ninguém se deslocará mais por necessidade, apenas por prazer”. Os estabelecimentos de rua, para sobreviverem, precisarão proporcionar ótimas experiências de compra.

Na visão de Leonhard, os automóveis atuais serão substituídos no futuro por carro autônomos e elétricos. Haverá redução drástica no número de veículos individuais, que permanecem 90% do tempo parados em estacionamentos e garagens. Os millennials, por exemplo, já não dão o mesmo valor ao carro que as gerações anteriores. O motorista vai virar o passageiro de um computador sobre rodas sem único dono, podendo utilizar o tempo de deslocamento de forma mais produtiva.

Das 10 maiores empresas do mundo, sete são de tecnologia. Para Resende, quem não existir digitalmente estará fora do jogo. Os conceitos mais trabalhados lá fora, pelas empresas de ponta, são Aprendizado de Máquina, Computação Cognitiva, Inteligência Artificial e Internet das Coisas. Se as máquinas substituíram os braços humanos na indústria, nas próximas décadas os computadores e softwares irão substituir advogados, médicos e professores, em muitos casos. As impressoras 3D produzirão objetos de uso pessoal. Atendentes e caixas vão se tornar profissionais em extinção. “O desemprego aumentará, será um flagelo muito grande”, admite.

Esse momento de profunda transformação terá como personagem-chave a geração que já nasceu sob o domínio da internet. Em poucos anos, ela já será responsável pela maior parte do consumo no planeta. Viciada em prazer, em respostas rápidas e em atividades que façam sentido, a juventude digital tem alta capacidade de produção, mas se frustra rapidamente; quer menos hierarquia nas empresas, porém, sente falta de mentores; lida muito bem com as tecnologias e, em contrapartida, evita contatos pessoais. Entre seus integrantes, o desemprego chega a 27% no Brasil. Com tantos artigos escritos a respeito, os millennials percebem que o mundo corporativo ainda não se preparou para a sua chegada. Uma queixa comum é: as companhias ‘enchem a boca’ para falar sobre carreira, mas não perguntam ao jovem o que ele mais gosta, quais tarefas executa melhor e como poderia desenvolver seu talento.

É tarefa de todo negócio tentar antever sua existência no futuro. O AirBnb ameaça os hotéis sem ter um quarto como propriedade. O Uber tira mercado dos táxis sem ser dono de um carro. Iniciativas educacionais mudam para plataformas mobile com a finalidade de atender consumidores ávidos por facilidades. Em suma: o que deu certo até agora não significa que dará certo amanhã. O empresário precavido repensa periodicamente suas estratégias: em time ganhador se mexe sim. E para terminar com música o que começou assim, o camaleão inglês e lançador de tendências David Bowie deixou dito: “O amanhã pertence àqueles que o conseguem ouvir chegando”.

Diego Castro, jornalista

Tags: futuro, negócios, millennials, tecnologia


Blog - 07.08.2017
Lei Maria da Penha completa 11 anos
                                       
 
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A história de Maria da Penha Fernandes virou símbolo do combate à violência contra as mulheres. Crédito: Antonio Cruz/Divulgação Agência BrasilHoje, 7 de agosto, a Lei Maria da Penha completa 11 anos. A legislação, criada para proteger as mulheres de abusos e agressões, é considerada fundamental no combate à violência contra a mulher no Brasil.

Maria da Penha é uma farmacêutica cearense, que lutou por 20 anos para ver seu agressor preso. Em 1983, ela foi baleada por seu marido enquanto dormia. A lesão a deixou paraplégica. Sobreviveu, no mesmo ano, a outra tentativa de assassinato, por eletrocussão durante o banho. "Foi uma surpresa grande ver a minha luta pessoal beneficiar tantas mulheres que, assim como eu, foram agredidas", afirmou recentemente, em entrevista ao UOL

De acordo com Fabiana Dal’Mas Rocha Paes, integrante do Movimento do Ministério Público Democrático e promotora de Justiça do Grupo de Atuação Especial e Enfrentamento à Violência Doméstica, o Brasil nasceu sobre a colonização escravocrata e tradição cultural machista. “Por esta razão, durante muitos anos, os atos criminosos praticados na esfera privada ficavam impunes. Note-se que é nesse espaço que as mulheres sofriam e ainda sofrem mais atos de violência. Aplicava-se a conhecida expressão de que ‘em briga de marido e mulher ninguém mete a colher’”, lembra a promotora.

A Lei Maria da Penha é conhecida por 100% da população, conforme indica o levantamento do DataSenado de 2017. E mais: foi reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações a respeito do tema violência doméstica. 

Há, entretanto, muito a se avançar: enquanto se sabe da existência da legislação, alguns pontos e definições não são tão conhecidos, como o que se enquadra no texto. Entende-se por violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual, psicológico, sexual ou patrimonial. 

Segundo o Mapa da Violência, divulgado em 2015 pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, o Brasil ocupa o 5º lugar, dentre os 83 países com maior número de ocorrências de homicídios femininos. As mulheres vítimas de violências de gênero sofrem com o despreparo das delegacias e de seus funcionários para recebê-las adequadamente (leia mais clicando aqui). Além disso, em 2016, o governo federal retirou o status de ministério da Secretaria de Políticas para as Mulheres, o que Maria da Penha observa como um grande retrocesso. 

Para marcar o aniversário de 11 anos da aprovação da Lei, o Instituto Maria da Penha criou o site Relógios da Violência, que mostra quantas mulheres sofrem os 5 tipos de violência por segundo. “Os dados são alarmantes e precisam ser pulverizados para que homens e mulheres se conscientizem do cenário violento que vivemos”. 

A página entrou no ar às 0h de hoje, contabilizando as horas por números de mulheres vítimas de violência. O instituto convida internautas a visitar o site www.relogiosdaviolencia.com.br e divulgá-lo nas redes sociais. “Entre no site, escolha um relógio e compartilhe com a hashtag #TáNaHoraDeParar, dessa forma podemos ver todas as pessoas que postaram”, orienta a instituição, lembrando que a informação é uma grande aliada das mulheres quando o assunto é violência doméstica e familiar. O site informa também sobre o ciclo da violência. As mulheres estão submetidas a um círculo que se repete. São três as principais fases da agressão: aumento da tensão, ato de violência, arrependimento e comportamento carinhoso.

A Lei Maria da Penha é aplicável em casos de agressões contra a mulher em qualquer idade, inclusive quando é menor e sofre violência doméstica praticada por seu genitor, tendo como elemento comum a caracterização de relação familiar ou de afeto entre o agressor e a vítima. Ou seja, a Lei age em prol da mulher em casos que envolvam o marido, o companheiro, o namorado, o pai, irmãos, ex-namorados e, até mesmo, em relação à cunhada. 

Há também alguns mitos a serem derrubados, como lembra a página Relógios da Violência: “A violência contra a mulher ultrapassa questões de classe, raça, etnia, orientação sexual, renda, cultura, nível educacional idade e religião. Toda mulher pode ser uma vítima. Do mesmo modo que todo homem pode ser um agressor. E como disse a juíza Tatiane Lima, do Fórum Regional do Butantã: Não existe perfil básico de agressor. A violência é democraticamente perversa”. 

Um dado altamente preocupante é o de que a maior parte das mulheres ainda se cala: 52% das vítimas, segundo as pesquisas mais recentes. Isso está fortemente ligado ao fato que, na maior parte dos casos, o autor da violência doméstica é um familiar da vítima, principalmente marido ou ex-marido. “O medo do agressor, a dependência financeira ou afetiva, o sentimento de impunidade, a preocupação com os filhos e até mesmo o desconhecimento de seus direitos, geram à vítima o temor de denunciá-lo”, escreveu Regina Beatriz Tavares da Silva, presidente da Associação de Direito de Família e das Sucessões, Doutora em Direito pela USP e advogada em um artigo.

Quer saber mais sobre o tema? Deixo aqui outras indicações de leitura:

– A Agência Patrícia Galvão colocou no ar um especial com sete matérias sobre os direitos previstos na lei de enfrentamento à violência doméstica, mas que efetivamente ainda não saíram do papel

– Texto sobre prevenção e combate

– 3 em cada 5 mulheres são vítimas de relacionamento abusivo 

– Violência doméstica contra a mulher: quando você pode – e deve – acionar a justiça

Laura Schenkel, Jornalista (Temática)

Tags: Lei Maria da Penha, violência contra a mulher, violência doméstica


Blog - 13.07.2017
Quando a palavra escrita não existe mais
                                       
 
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Escolhi cursar jornalismo há algum tempo por gostar de palavras. Ler, discuti-las, entender o seu discurso. Quando entrei na faculdade descobri a minha preferência por impresso, o que veio a calhar com a formação em Letras, que estou em vias de formalizar. Gosto de semântica, fonética, sintaxe e morfologia. Me diverte entender de onde as palavras vêm, quais as suas relações com os sons, como elas se organizam e se regem e também como elas adotam certos sentidos. A vida em sociedade não seria possível se não tivéssemos as palavras, e, mais do que isso, a palavra escrita.

A abolição da palavra escrita é um dos preceitos da sociedade teocrática descrita por O conto da aia, livro que terminei de ler recentemente. Na obra de 1985, a autora Margaret Atwood traz uma realidade distópica na República de Gilead,  que anteriormente fora os Estados Unidos, e agora é um estado centralizado em uma teocracia fundamentalista totalitária. Em Gilead não existem mais jornais, revistas, livros ou filmes – todos foram queimados em praça pública, e as universidades foram extintas. Regido por poder patriarcal, os direitos das mulheres não existem mais, e elas se dividem em castas, cada uma assumindo funções específicas a serem desempenhadas no Estado. Offred, a protagonista, é uma aia – handmaid, na versão original – e sua função é unicamente prover filhos saudáveis para as famílias poderosas e quase estéreis do alto escalão. É partindo desta premissa que O conto da aia se desenrola, trazendo reflexões necessárias sobre o nosso presente, o quanto não devemos contar como certa a nossa liberdade e nossos direitos civis, e também como é frágil o mundo como o conhecemos.

Margaret Atwood, em diversas entrevistas sobre o livro, revelou que nenhuma das regras de Gilead foi criada por ela mesma – todas foram retiradas de algum determinado momento da história. Por isso assombra que o conhecimento escrito tenha sido simplesmente excluído da vida cotidiana da população. As fachadas das lojas não trazem nomes, apenas símbolos do que vendem, como uma placa com ovos e carne desenhados para designar a mercearia. Na casa onde mora, o único artefato com algo para leitura dado a Offred é uma pequena almofada na qual está escrito ‘Fé’. Quando a sua vida dá uma pequena reviravolta e a protagonista se depara com a possibilidade de realizar algo ilícito, lhe é dada uma revista de moda antiga para folhear, crime punível com amputação de uma das mãos.

Ler é ilícito, e escrever mais ainda. Uma grande ironia da adaptação do livro para seriado de TV homônimo, lançado este ano pelo serviço de streaming Hulu, é que a esposa da casa de Offred, Serena Joy, era uma proeminente escritora na instauração da república de Gilead, e na época assumiu uma posição de porta-voz dos fundamentalistas, ajudando na idealização do movimento. Agora, relegada a uma vida doméstica e restrita, Serena Joy está infeliz com o rumo que as coisas tomaram.

As palavras escritas documentam, expressam mentalidades e retratam realidades. Elas permitem liberdade e fazem viajar pelo tempo. Mais do que perigosas, elas são eternas exatamente por serem verdadeiras. Ao vasculhar o quarto em que ela fica confinada a maior parte do dia, buscando algo para fazer e não enlouquecer, Offred encontra, gravada em uma prateleira de seu guarda-roupa, uma mensagem de sua antecessora. Nolite te bastardes carborundum. Não deixe os bastardos te reduzirem às cinzas. Quatro pequenas palavras em latim que vão muito além do seu significado e resgatam algo quase morto na protagonista – a resistência.

Nathália Cardoso, estagiária de Jornalismo (Temática)


Blog - 27.06.2017
Compreendendo o momento presente
                                       
 
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©iStock.com/Portishead1Costumo pensar que o trabalho do jornalista é especial, pois em cada pauta há um novo aprendizado. Foi através de uma entrevista para a revista Bens&Serviços, publicação da Fecomércio-RS editada pela Temática, que conheci o mindfulness. Segundo a mestra em neurociência Caroline Baldasso a prática consiste em exercitar a capacidade de manter o foco da mente no agora. Inspirada nas meditações budistas, a prática usa a respiração como âncora para nos trazer para o presente e estabilizar nosso estado mental.

Quando alguns dos âmbitos de nossas vidas estão tumultuados e as questões pessoais se tornam difíceis de lidar, fica complicado equilibrar as demais áreas. Além disso, a pressão para manter tudo no lugar pode dificultar a nossa concentração. O trabalho de conclusão de curso, a formatura cada vez mais próxima e algumas outras questões pessoais chegaram todas juntas em minha vida. Ficou difícil conciliar tudo sem se preocupar demais. Pensar muito sobre o futuro me fez ter alguns problemas relacionados à ansiedade, o que afetou algumas áreas da minha vida, inclusive no meu estágio. Através dos ensinamentos do mindfulness eu venho trabalhando para lidar melhor com as preocupações e conseguir focar nas atividades diárias e, principalmente, no presente.

Com exercícios simples e fáceis, é possível estimular nossa atenção nas atividades essenciais do presente. Durante uma caminhada –  que pode ser o trajeto que você percorre até a faculdade ou até o trabalho – é possível fazer um desses exercícios. Enquanto anda, concentre sua atenção no seu corpo, como na sensação dos pés tocando o chão, depois nas suas mãos, nos aromas ao redor, assim por diante. A ideia é focar relaxadamente no momento presente. Se a mente insistir em divagar para outros assuntos, tente trazê-la novamente para o agora. Outro exercício que pode ser feito em qualquer lugar é atentar-se para sua respiração. Sinta o ar entrando e saindo dos pulmões, observando por qual das narinas ele está passando, qual a sua temperatura e quais os cheiros que estão ao seu redor. Se a mente se afastar do momento, traga-a calmamente para a prática.

O interessante do mindfulness é que os exercícios não são complexos e podem ser realizados em casa, no trabalho, na rua e em qualquer outro lugar. Essas atividades estimulam o relaxamento da mente e, consequentemente, do corpo. Através delas conseguimos descansar nossa consciência e dar espaço para as demandas mais urgentes, em vez de ficarmos pensando demais no longo prazo. Refletir sobre o nosso futuro é importante, mas pensar tanto no amanhã a ponto de perder o foco no presente não é saudável. Precisamos sempre buscar um equilíbrio para os nossos pensamentos.

Laís Albuquerque, estagiária de Jornalismo (Temática)

Tags: mindufulness, foco, trabalho


Blog - 26.05.2017
Viver para fazer a diferença
                                       
 
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O novo livro do filósofo Mario Sergio Cortella Viver em paz para morrer em paz ©iStock.com/Ipopbapropõe uma reflexão sobre a nossa existência. Em meio ao corre-corre diário, fica cada vez mais difícil encontrar tempo para parar, descansar, relaxar, conversar ou simplesmente curtir as coisas simples da vida. Diante desta provocação, o autor propõe as seguintes indagações: “Se você morresse hoje, que falta faria? Será que estou fazendo a diferença no mundo?” Nas palavras do próprio pensador “viver em paz não é se ver sem problema, encrenca ou dificuldade. É ter a certeza de que não se está vivendo de forma morna!”.

A especialista em Gestão Empresarial Valéria Borges da Silveira considera que há significado nas coisas que fazemos, mas é preciso alcançar a satisfação pessoal. Essa espécie de retorno combina dois fatores: o reconhecimento por um trabalho realizado, além da remuneração. No entanto, a repetição de tarefas faz com que as atividades sejam exercidas de maneira mecânica, perdendo-se aos poucos a motivação de dar e mostrar o seu melhor. Segundo ela, esse é um dos principais motivos da frustação no trabalho, onde os colaboradores se sentem descartáveis e perdem o sentido de se manterem em determinada função.

Por outro lado, estimular atitudes que gerem uma sensação de progresso e crescimento ajudam a vencer os obstáculos e barreiras que surgem ao longo da carreira. Desafie seus colaboradores a sugerir ações que possam trazer melhorias no seu ambiente de trabalho. Oportunize-os a vivenciar novas experiências, tornando-os multiplicadores. Quando há satisfação naquilo que se faz, o colaborador trabalha melhor, rendendo mais.

Para obter sucesso na carreira, conforme Valéria, é fundamental o autoconhecimento. Assim, os colaboradores se tornam aliados no planejamento, inclusive com comprometimento e foco. Para ir além, os gestores devem estar dispostos a desenvolver habilidades e aprimorar competências, além de saberem delegar. Aumentando a autoconfiança da equipe, pode-se chegar a melhores resultados, inclusive nas metas. 

Não esqueça, porém, de buscar o equilíbrio na vida pessoal. Para Cortella, cada pessoa é aquilo que faz, relaciona e convive com outros. “Afinal de contas, o que vale na vida é ser importante”, afirma. Por isso, busque uma alimentação saudável, pratique exercícios físicos, encontre tempo para o lazer, se cuidar e fazer o que gosta, além de estar presente na vida daqueles que ama.  “Saiba como fazer e com prazer, para aí sim fazer a diferença”, ensina Valéria. 

Cláudia Boff, Jornalista (Temática)

Tags: autoconhecimento, reconhecimento, carreira


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Direto da redação
16.08.2017
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