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Blog - 26.05.2017
Viver para fazer a diferença
                                       
 
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O novo livro do filósofo Mario Sergio Cortella Viver em paz para morrer em paz ©iStock.com/Ipopbapropõe uma reflexão sobre a nossa existência. Em meio ao corre-corre diário, fica cada vez mais difícil encontrar tempo para parar, descansar, relaxar, conversar ou simplesmente curtir as coisas simples da vida. Diante desta provocação, o autor propõe as seguintes indagações: “Se você morresse hoje, que falta faria? Será que estou fazendo a diferença no mundo?” Nas palavras do próprio pensador “viver em paz não é se ver sem problema, encrenca ou dificuldade. É ter a certeza de que não se está vivendo de forma morna!”.

A especialista em Gestão Empresarial Valéria Borges da Silveira considera que há significado nas coisas que fazemos, mas é preciso alcançar a satisfação pessoal. Essa espécie de retorno combina dois fatores: o reconhecimento por um trabalho realizado, além da remuneração. No entanto, a repetição de tarefas faz com que as atividades sejam exercidas de maneira mecânica, perdendo-se aos poucos a motivação de dar e mostrar o seu melhor. Segundo ela, esse é um dos principais motivos da frustação no trabalho, onde os colaboradores se sentem descartáveis e perdem o sentido de se manterem em determinada função.

Por outro lado, estimular atitudes que gerem uma sensação de progresso e crescimento ajudam a vencer os obstáculos e barreiras que surgem ao longo da carreira. Desafie seus colaboradores a sugerir ações que possam trazer melhorias no seu ambiente de trabalho. Oportunize-os a vivenciar novas experiências, tornando-os multiplicadores. Quando há satisfação naquilo que se faz, o colaborador trabalha melhor, rendendo mais.

Para obter sucesso na carreira, conforme Valéria, é fundamental o autoconhecimento. Assim, os colaboradores se tornam aliados no planejamento, inclusive com comprometimento e foco. Para ir além, os gestores devem estar dispostos a desenvolver habilidades e aprimorar competências, além de saberem delegar. Aumentando a autoconfiança da equipe, pode-se chegar a melhores resultados, inclusive nas metas. 

Não esqueça, porém, de buscar o equilíbrio na vida pessoal. Para Cortella, cada pessoa é aquilo que faz, relaciona e convive com outros. “Afinal de contas, o que vale na vida é ser importante”, afirma. Por isso, busque uma alimentação saudável, pratique exercícios físicos, encontre tempo para o lazer, se cuidar e fazer o que gosta, além de estar presente na vida daqueles que ama.  “Saiba como fazer e com prazer, para aí sim fazer a diferença”, ensina Valéria. 

Cláudia Boff, Jornalista (Temática)

Tags: autoconhecimento, reconhecimento, carreira


Blog - 04.04.2017
Reinvenção do negócio
                                        01 comentário(s)
 
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E não basta se reinventar uma única vez. Hoje as empresas devem procurar constantemente novas formas de inovação ou estarão fadadas a fecharem suas portas. O mercado está sempre em movimento.
Fernanda
fernanda@tematica-rs.com.br

 

O livro Como a música ficou grátis, do jornalista americano Stephen Witt, mostra©istock.com/your_photo como toda uma indústria milionária foi colocada em cheque quando os arquivos em mp3 se tornaram realidade e o compartilhamento de canções se alastrou por todo o mundo, gratuitamente. O fenômeno de pirataria mundial, fomentado pela internet e praticado por toda uma geração, provocou a ruína de gravadoras, a busca por novas formas de gerar valor e o surgimento de novos negócios.

Quando cientistas alemães conseguiram condensar os arquivos de áudio no formato mp3, deram início a uma mudança que afetou a todos irreversivelmente, para o bem ou mal. A popularização do Napster, antigo portal de compartilhamento de músicas, junto com seus congêneres, derrubou as vendas de CDs no mundo inteiro. A lógica passou a ser: se podemos ter música de graça, por que vamos pagar por isso?

Dezenas de gravadoras não resistiram ao impacto e fecharam suas portas. Lojas de disco seguiram o mesmo caminho. Artistas consagrados, que viviam dos royalties de execução de seu catálogo e da venda de seus álbuns clássicos do passado, tiveram de voltar à ativa. Se o dinheiro não vinha mais daquela fonte, tinha de vir de outras. A primeira consequência foi o aumento do cachê dos shows. Dezenas de grupos “redescobriram o prazer de tocar juntos” desde então, e os que estavam na ativa reajustaram os preços das apresentações. Outra saída encontrada envolveu a cobrança de percentagem pela reprodução de publicidade nos vídeos no YouTube. As bandas também são empresas, afinal.

Enquanto muitos músicos se sentiram prejudicados (e com razão, pois deixaram se receber valores por suas criações), outros aproveitaram-se da revolução tecnológica para obter mais audiência e tornar seu trabalho mais conhecido. Não foi preciso mais o aval de uma gravadora para divulgar o trabalho, já que as plataformas digitais acabaram permitindo a existência de canais pessoais para tanto. Artistas novos que não encontravam espaço, artistas negados por estúdios, passaram a formar sua própria plateia sem a bênção dos grandes agentes.

Com o passar do tempo, até mesmo o modo de ouvir música mudou. O formato de álbum perdeu um pouco de sua mística, com a preferência pelos compactos ou singles. Se antes o comprador dedicava tempo e atenção para escutar um disco inteiro recém adquirido, agora as canções passaram a ser um pano de fundo para outras atividades em andamento, no computador, na casa, no trabalho. Mesmo o download também restou superado pelos serviços de streaming, como Spotify e Deezer.

Com a redução do lucro por vendas, veio a procura frenética por sucessos, em detrimento aos discos e músicos transgressores ou experimentais. No Brasil, um estudo das 100 músicas mais tocadas nas rádios em 2016 revelou que 90 eram do gênero sertanejo. Não há dúvidas de que essa é a preferência do brasileiro, mas a proporção é exagerada, tendo em vista que o país ainda produz o brega/romântico, o samba, o pagode, o funk, a MPB e o rock, entre outros. No âmbito internacional, até mesmo uma fórmula matemática de hits foi criada. Foram as alternativas encontradas por muitas estações para sobreviver às playlists. São tentativas e ajustes para manter as atividades, nem sempre com bons resultados, em meio a um mercado em transição.

A reinvenção é uma necessidade no mundo dos negócios. Quando uma tecnologia rompe um padrão de comportamento ou de uso da antiga, não adianta lutar contra (especialmente se o custo cair). O melhor é fazer a leitura de cenário antecipadamente e mudar de foco ou de rumo. Locadoras de filmes são seres em extinção depois do Netflix. A Kodak faliu por falta de inovação. Por outro lado, em todos esses segmentos surgiram novas companhias que descobriram um modo de produzir lucro a partir da mesma matéria-prima ou do mesmo desejo do consumidor. 

Diego Castro, Jornalista (Temática)

Tags: Reinvenção, negócio, música


Blog - 20.03.2017
Como diminuir as desigualdades entre homens e mulheres nas empresas
                                       
 
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No mês em que se celebrou o Dia Internacional da Mulher, foram liberadas diversas pesquisas sobre as muitas desigualdades que persistem entre homens e mulheres no mercado de trabalho. De acordo com um estudo da Catalyst, organização não governamental dedicada a fomentar a diversidade no ambiente de trabalho, as mulheres constituem apenas 25,1% dos cargos de gerentes sênior e executivos das empresas do índice S&P 500apenas 4,4% ocupam o cargo de CEO, apesar do esforço de muitas empresas para diminuir diferenças neste sentido.

Para buscar mais dados sobre o tema, a Bain & Company e a LinkedIn fizeram uma pesquisa sobre desigualdades nas empresas. Foi apontado, por exemplo, um maior desconforto entre as mulheres em expressar a sua opinião, mesmo entre as entrevistadas que ocupam cargos de liderança sênior. O preconceito pode limitar oportunidades, como tocar projetos desafiadores, ou mesmo em situações mais sutis. 

O estudo também mostrou diferenças em relação à carreira do cônjuge e da guarda dos filhos. Vendo a porcentagem de homens e mulheres em relação à guarda dos filhos, nas três categorias (primeiro-emprego ou recém-formada, meio de carreira e liderança sênior) as mulheres lideram com folga. Aliás, recomendo fortemente a leitura do post de Melissa Artabane, do Conselho Global de Liderança Feminina da Bain & Company. De acordo com a pesquisa, os gerentes – e as gerentes! – desempenham um papel crucial para que as mulheres não fiquem para trás na caminhada rumo aos cargos de liderança.

Com base em questões sobre dinâmica de trabalho, o estudo apontou ações para estimular as funcionárias, dentre elas: “Diga às profissionais de alto potencial de sua equipe que elas podem ocupar cargos de liderança na sua empresa e comprove com ações”.

confiança é fundamental para homens e mulheres – e a falta dela para o sexo feminino pode ter origem ainda na infância. Outra pesquisa, publicada na revista Science, mostra que já aos 6 anos de idade, as meninas têm dificuldade de acreditar que são brilhantes, apesar de acharem isso dos meninos. O estudo investigou o comportamento em relação a habilidades intelectuais e sugeriu que os estereótipos surgem muito cedo. 

Aos cinco anos, tanto os meninos quanto meninas eram igualmente propensos a escolher seu próprio gênero como "muito inteligente". Mas aos seis e sete anos, as meninas eram significativamente menos propensas do que os meninos a associar a característica de ser brilhante com o seu próprio gênero. A médica Lin Bian, da Universidade de Illinois, que comandou o estudo, considera que é provável que esses estereótipos afetem inclusive as aspirações profissionais das mulheres.

Laura SchenkelJornalista (Temática)


Blog - 08.03.2017
Oito dicas para o Dia das Mulheres – e mais três de bônus!
                                       
 
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Se tem algo na vida em que eu acredito, é no protagonismo feminino. Com as suas imagens e seus espaços cerceados durante séculos, as mulheres ainda buscam reparação para ocupar espaços de poder – afinal, como escreveu Virginia Woolf em sua obra Um teto todo seu, “De fato, eu me arriscaria a supor que Anônimo, que escreveu tantos poemas sem assiná-los, foi muitas vezes uma mulher”. Esta necessidade de representação feminina saltou aos meus olhos na última semana, quando apareceu, no meu feed do Facebook, uma matéria do The Huffington Post lançando o desafio: Você consegue lembrar de 5 artistas plásticas mulheres?. Juntando todo o meu conhecimento de história da arte durante os últimos dias, só consegui chegar a três – a mexicana Frida Kahlo e as brasileiras Tarsila do Amaral e Anita Malfatti.

Pensando nisso, no post que me cabe nesta semana de Dia Internacional da Mulher, trago uma lista de 8 itens de cultura pop protagonizados por mulheres – divididos entre quatro categorias –, que fazem refletir sobre o papel da mulher na sociedade, nossas diferenças e privilégios, além de debater questões comuns, como carreira, família, maternidade e responsabilidade social, entre outras. Confira abaixo:

- Livros:

Pequenas Grandes Mentiras, de Liane Moriarty – o livro conta a história de três mulheres, Celeste, Madeline e Jane, cujas vidas se entrelaçam no primeiro dia de aula dos seus filhos – e culmina em uma noite de quiz na escola que termina em um assassinato. A obra, apesar de leve e divertida, retrata questões importantes, desde bullying nas escolas até violência doméstica e sexual.

Garota Exemplar, de Gillian Flynn – Em uma narrativa eletrizante, a autora nos conduz pelo desaparecimento de Amy Dunne no seu quinto aniversário de casamento. Ao apresentar comportamento estranho, Nick, seu marido, se torna o suspeito nº1 pelo sumiço da esposa. Então, durante a procura por Amy, começam a aparecer cada vez mais segredos, em um relacionamento em que nada é o que parece.

- Séries de TV:

Orange is the New Black – ao misturar drama e comédia, a série original da Netflix conta a história de Piper Chapman, uma mulher de classe média de Nova York, que vai para prisão por ter participado de um esquema de tráfico de drogas na juventude. Contudo, ao longo da série, conhecemos as histórias das outras presidiárias, trazendo a reflexão necessária sobre questões acerca de privilégios, apoio familiar, educação e da sociedade como um todo.

Gilmore Girls – a série do início dos anos 2000 que ganhou um revival da Netflix ao final de 2016 conta a história de mãe e filha, Lorelai e Rory Gilmore, ao voltarem a se relacionar com os pais ricos de Lorelai. A mãe, que assumiu sozinha a criação da filha quando tinha apenas 16 anos, agora, com mais de 30, enfrenta seus próprios desafios, como a construção do seu maior sonho – um hotel.

- Filmes:

Central do Brasil – um clássico brasileiro premiado no Festival Internacional de Cinema de Berlim e no Globo de Ouro, que rendeu indicações para o Oscar nas categorias de Melhor Filme Estrangeiro e também de Melhor Atriz para Fernanda Montenegro. Na história, Dora e Vinícius se aventuram em direção ao sertão nordestino em busca do pai do menino, que fica órfão no Rio de Janeiro. Ao contar a história dos protagonistas, o filme revela também os obstáculos enfrentados por quem decide migrar pelo país em busca de uma vida melhor.

Histórias Cruzadas – o filme, que rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Octavia Spencer e uma indicação de melhor atriz para Viola Davies, tem como eixo central o segregacionismo nos Estados Unidos na década de 1960. Uma jornalista recém saída da faculdade, Skeeter, ao voltar à sua cidade natal no sul do país, resolve escrever um livro relatando a vida das empregadas domésticas locais, contando seus segredos e dividindo suas agruras.

- Músicas:

“Mulher do Fim do Mundo”, de Elza Soares – expoente da luta pelos direitos das mulheres e também do ativismo negro, Elza na canção canta as dores da violência doméstica e da opressão sofrida pelas mulheres. Pelo álbum homônimo, a cantora brasileira levou o Grammy Latino em 2016 na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.

Who Run the World?”, de Beyoncé – um dos maiores nomes do pop atual, Beyoncé canta em seu refrão empoderador que o futuro é feminino e que a força das mulheres é infindável, podendo construir uma nação.

Bônus!

Sou mãe de uma menina de dois anos e meio, e, ao meu ver, é extremamente importante apresentar arquétipos fortes e inspiradores a ela, como falei aqui. Assim, ela cresce com uma boa representação feminina e também refletindo sobre a importância da diversidade.

- Animações

Moana, um mar de aventuras – a mais nova princesa da Disney saiu recentemente das telonas, e conta a história da filha de um líder de uma tribo que enfrentará muitas aventuras para restituir uma relíquia mística a uma deusa. Sem trazer príncipes, a própria Moana é responsável pelo seu salvamento, mostrando a força das meninas e para as meninas.

O Show da Luna! – com produção nacional da Ancine, o seriado infantil conta a história de Luna, uma menina de 6 anos apaixonada por ciências, que busca sempre respostas para suas novas curiosidades, juntamente ao seu irmão, Júpiter, e ao furão de estimação, Cláudio.

Doutora Brinquedos – o desenho da Disney Júnior, linha da empresa voltada para

crianças de 2 a 5 anos, traz a história da Doutora Brinquedos, uma menina de seis anos que conserta brinquedos, dando lições de estilo de vida saudável para as crianças. A Doutora é negra, tem um irmão menor, e fica com o pai em casa, pois a mãe é médica e trabalha fora a maior parte do tempo. E ah, SPOILER! Na última temporada que assisti com a minha filha, a família cresce com a chegada de Maya, a nova irmã adotiva da Doutora.

Post grande mas repleto de indicações para você curtir neste 8/03, reverenciando mulheres-inspiração. Um ótimo Dia Internacional da Mulher a todas, e, para ilustrar este dia de luta e resistência, encerro meu texto com uma citação que vi há algum tempo na internet, contudo sem créditos:

“Um brinde a mulheres fortes. Que as conheçamos, que as sejamos e que as criemos.”

Nathália Cardoso, estagiária de Jornalismo (Temática)


Blog - 10.02.2017
Comunicação: cada vez mais tecnológica
                                       
 
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A tecnologia está cada vez mais presente na vida das pessoas e vem mudando a©iStock.com/Kerem Yucel forma como elas interagem, seja no trabalho ou em suas relações particulares. Se por um lado ganhamos em agilidade na comunicação de dados, por meio da disseminação de informações em portais de conteúdo, nas redes sociais e em outros meios, que utilizam diferentes plataformas, estamos perdendo o convívio real e mais humano – do tipo olho no olho – que pressupõe contato visual, conversa e trocas até mesmo com quem está próximo. A norte-americana Singularity University define esse momento que passamos como a passagem de um mundo linear e local para outro exponencial e global. A geração dos millenniuns, da qual fazem parte os nativos digitais, é um exemplo típico dessa comunicação mais tecnológica. Acostumados desde cedo a acessarem smartphones, TVs smart e outras tecnologias, eles pensam e agem como se estivessem conectados 24 horas por dia. Há casos de crianças e jovens que se comportam como viciados, demonstrando apatia ao vivenciar experiências fora desse ambiente virtual – como se estivessem em um universo particular. Essa realidade faz com que tenhamos que mudar a forma de pensar a comunicação, incorporando formatos mais tecnológicos, instantâneos e interativos, que chamem a atenção desse público. Independentemente do leitor, vale ressaltar a importância da veracidade das informações, por meio da checagem de dados e de fontes confiáveis.

Estudos, como o Future 100 – Tendências e mudanças a considerar em 2017, realizado pela J. Walter Thompson, indicam o uso de novas tecnologias, como a realidade aumentada, análises de Big Data, visualização de mídias em dispositivos móveis e transmissões instantâneas como tendências em plena expansão, impulsionadas por um futuro de grande criatividade e de poder dos consumidores. O diretor executivo do TOTVS Labs, Vicente Goetten, também prevê um crescimento exponencial de produtos e serviços com novidades tecnológicas. Segundo ele, nos próximos 12 meses se deve gastar menos com o uso de inteligência artificial, impressão 3D, realidades virtual e aumentada, entre outras.

Até 2020, Goetten acredita que mais de 3 bilhões de novos usuários devem estar conectados à internet. Da mesma forma, diversas empresas criarão ofertas de interação entre pessoas e coisas jamais pensadas antes por meio do compartilhamento. Em 2017, conforme ele, veremos cada vez mais empresas buscando uma cultura digital. Com isso, surgirá uma maior necessidade de experiência e interação em rede, para que se possa sanar dúvidas, procurar informações ou fazer suas reclamações virtualmente.

Diante de tantas inovações, será preciso saber comunicar uma nova proposta de valor. É nesta combinação de dados com qualidade e inteligência que as empresas deverão concentrar seus esforços para coletar, agregar, correlacionar e interpretar dados e, com isso, conquistar e fidelizar consumidores, sejam eles nativos digitais ou de gerações anteriores. Não esqueça de adaptar a sua comunicação às diferentes plataformas, mantendo um canal vivo e eficiente com clientes internos e externos, fazendo com que a sua empresa se diferencie e seja única no mercado!

Cláudia Boff, Jornalista (Temática)

Tags: comunicação, tecnologia, tendências, millenniuns


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