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Blog - 12.08.2019
Economia circular: que trem é esse?
                                       
 
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A economia circular é um sistema industrial que é restaurativo ou regenerativo por intenção e design. Ele substitui o conceito de fim de vida dos produtos pelo de recuperação/reciclagem e retorno ao sistema. Num mundo cada vez mais poluído e degradado, muitas empresas já estão despertando para um novo modelo de lidar com a realidade, substituindo velhas ideias e estabelecendo círculos virtuosos de produção.

Não apenas o setor privado se preocupa com essas questões. O Ministério Público do Rio Grande do Sul realizou, em junho, um seminário acerca do tema com participação de empresas, prefeituras e órgãos estatais. O motor das falas foi a necessidade de redefinição da noção de crescimento com o foco nos benefícios para a sociedade. Várias provocações foram feitas aos presentes: Como a escolha da matéria-prima influencia o impacto ambiental do produto? O que ocorre com a embalagem no fim de sua vida útil? A logística reversa é mais uma intenção do que uma prática? O que os governos podem fazer?

Diversas empresas já acordaram para essa necessidade. Os hospitais Moinhos de Vento e Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre, a Braskem, a fabricante paulista de sistemas eletrônicos Sinctronics, o supermercado catarinense Angeloni, todos implementaram soluções sustentáveis em seus processos, e começam a aferir os ganhos econômicos de tais ações. Há também protótipos lançados de embalagens biodegradáveis.

O problema é que a economia circular ainda se encontra na escala de nicho, não pegou o mainstream. É preciso colocar mais ideias em prática para validar modelos de negócio. Na esfera pública, fica a noção de que não cabe às leis apenas prever punições a quem polui e degrada o meio ambiente. Elas podem estabelecer prêmios, como isenções fiscais, para as empresas de bom comportamento e donas de projetos estruturantes. No âmbito social, a conscientização deve ser estimulada. A cultura da descartabilidade ainda é dominante, até mesmo em cidades como Porto Alegre, onde a coleta seletiva existe há quase 30 anos, mas apenas 3,5% do efetivo é encaminhado para reciclagem.

Segundo alguns estudiosos, os danos causados pelo homem já ultrapassam o limite de regeneração da biosfera. O dia 29 de julho foi taxado pela Global Footprint Network (GFN) como o Dia de Sobrecarga da Terra, ou seja, o momento em que a biocapacidade do planeta era suficiente para suportar a "pegada ecológica" da humanidade nesse mesmo ano. Estima-se que, em 2050, a humanidade consumirá o dobro do que o planeta produz. Mas ainda é possível reverter o passo, gradativamente, por isso o conceito de accountability (prestação de contas) de cadeias produtivas tem ganho adeptos. Você já pensou em que momento sua empresa vai embarcar nesse trem?

Diego Castro, jornalista

Tags: economia circular, sustentabilidade, logística reversa, reciclagem, meio ambiente, pegada ecológica


Blog - 10.07.2019
Empresas humanizadas são mais rentáveis
                                       
 
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capitalismo consciente é uma nova abordagem para condução dos negócios que muitas empresas estão adotando pelo mundo. O conceito, estruturado por John Mackey e Raj Sisodia, tem base nos princípios do propósito maior, da integração dos stakeholders, da liderança consciente e da cultura e gestão consciente. Ele parte do princípio que o capitalismo pode ser uma força tanto para a economia e para o bem-estar social quanto para o meio ambiente

Reprodução

Em 2016, surgiu a ideia de se fazer um levantamento inspirado na relação de empresas do Capitalismo Consciente nos Estados Unidos. A pesquisa Empresas Humanizadas do Brasil 2018/2019 apresenta 22 companhias comprometidas com os princípios do movimento, com base em três critérios: geração de valor financeiro, sustentabilidade e bem-estar social.

De acordo com o estudo, em períodos longos, de 4 a 16 anos de análise, esse tipo de negócio chega a ter rentabilidade duas ou mais vezes superior à média das 500 maiores empresas do país. Essas organizações também alcançam junto aos clientes uma satisfação 239% superior, e os índices de satisfação e bem-estar dos colaboradores chega a ser 224% maior.

Segundo o estudo, as empresas humanizadas são movidas por paixão e por um propósito evolutivo, e não por dinheiro. Geram impacto, valor compartilhado e prosperidade para clientes, investidores, funcionários, parceiros, comunidades e sociedade e agem de maneira positiva para que as partes interessadas as reconheçam, valorizem, confiem, admirem e até tenham uma relação de amor. “Assim, elas tornam o mundo melhor pela maneira como fazem negócios – e o mundo responde. Os resultados obtidos comprovam que elas naturalmente são mais lucrativas, e criam regras radicalmente novas, gerando um novo significado de sucesso nos negócios: o valor compartilhado”, informa o relatório organizado por Pedro Paro, Rodrigo Caetano e Mateus Gerolamo.

Sem caráter de ranking, o trabalho mapeou, entre 1.115 empresas, quais promovem práticas alinhadas aos seus princípios e ideais de fazer negócios para melhorar o mundo. O processo da pesquisa se deu com a análise de bases de dados sobre os principais stakeholders de atuação de qualquer negócio, como colaboradores, consumidores e investidores.

Confira a lista de empresas mais humanizadas do Brasil:

– Hospital Israelita Albert Einstein

– Bancoob

– O Boticário

– Braile Biomédica

– Cacau Show

– Cielo

– ClearSale

– Elo7

– Fazenda da Toca Orgânicos

– Johnson & Johnson

– Jacto

– Klabin

– Malwee

– Mercos

– Multiplus

– Natura

– Raccoon

– Reserva

– Tetra Pak

– Unidas

– Unilever

Laura Schenkeljornalista (Temática)

Tags: capitalismo consciente, John Mackey, Raj Sisodia, sustentabilidade, bem-estar social, valor compartilhado, empresas humanizadas


Blog - 07.06.2019
Flexibilidade no mundo do trabalho
                                       
 
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©iStock.com/kupicooTer mais tempo para a vida pessoal, aliando cuidados com saúde e bem-estar, lazer e compromissos com a família, é uma necessidade cada vez mais presente no cotidiano das pessoas – o que pode parecer paradoxal, em meio a um mercado de trabalho competitivo. No entanto, já é possível encontrar opções mais flexíveis no mundo corporativo. Uma delas é o trabalho remoto, que possibilita a execução de tarefas fora do ambiente convencional das empresas. Também conhecido como teletrabalho, esse novo formato abrange atividades realizadas à distância, facilitadas pelo uso de tecnologia e comunicação. Sua maior diferença é a maneira como as cargas horárias são organizadas, já que metas e obrigações continuam requerendo as mesmas necessidades das demandas estipuladas.

Seja para agilizar processos, aumentar a produtividade ou reduzir gastos, a modalidade tem se adaptado muito bem aos anseios dos millennials. Também conhecidos como geração y, os nascidos entre 1980 e 1990 são pessoas de fácil adaptação, acostumadas a mudanças constantes e com facilidade de aprender, inclusive inovações tecnológicas. Estudos, como o realizado pela Flexjobs, indicam que esta espécie de home-office empresarial cresceu 115% na última década. Dados da The Annual IWG Global Workspace Survey mostram que mais da metade das mais de 15 mil pessoas entrevistadas, em 100 países, já trabalham fora do escritório principal pelo menos 2 dias por semana.

No SXSW Conference & Festivals 2019, realizado em março, no Texas (EUA), Amy Forbes Winebright, gerente global de projetos da Dell, contou que a companhia se adaptou a essa tendência global para não perder talentos. Segundo o executivo, há um grande desafio para preencher as vagas existentes até 2020, pois não há candidatos qualificados suficientemente. A ampliação de oportunidades nesse formato, segundo ele, gerou uma economia de 60 milhões de dólares para a companhia. 

Um dos exemplos bem-sucedidos é o da diretora de Marketing para a América Latina e produtos para datacenter, servidores e networking da empresa, Flávia Valadares, que se sentiu atraída pelo modelo a partir da possibilidade de ficar mais próxima da família. A mineira, que mora há 15 anos em Porto Alegre, possui o mesmo tempo de atuação, passando por vários cargos na Dell. Ela começou parcialmente como remoto e hoje atua quase totalmente nesse modelo, acompanhando de perto suas equipes – mesmo não estando fisicamente presente. A profissional possui uma agenda lotada de reuniões e eventos, em meio a compromissos presenciais e virtuais, com horários variados, adaptáveis ao fuso horário de diferentes países.

Entre os benefícios da nova experiência, ela cita a atração e retenção de talentos, maior produtividade, ampliação da diversidade e inclusão social. Porém, quem se dispõe a trabalhar remotamente precisa vencer alguns desafios. Estar em casa todo tempo pode significar solidão, gerando necessidade de interação e até mesmo a sensação de não pertencer ao grupo. Há ainda o risco de se sentir “esquecido” por seus superiores ou de ter reconhecimento pelas tarefas. A companhia, segundo ela, promove a conexão entre as diversas equipes remotas realizando ao menos um encontro anual para integração de todos. Também possui a plataforma Conexus, para incentivar a troca de mensagens e fotos entre eles.

Para ter excelência nessa prática, o negócio deve estar em uma etapa elevada de disrupção, com ferramentais de TI disponíveis. Também é preciso fomentar a inovação, com tolerância ao erro para que surjam novas ideias, além de incentivar o empreendedorismo corporativo. Mas esse é  um tema para um outro post. “A transformação digital é uma realidade”, reforça Flávia.

Cláudia Boff, Jornalista (Temática) 

Tags: Trabalho remoto, millennials, inovação, flexibilidade, home-office


Blog - 22.05.2019
Startups: unicórnios e fracassos
                                       
 
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O Rio Grande do Sul virou o segundo maior polo de startups no país. A notícia é de 2 de maio. Estamos atrás apenas de São Paulo no ranking nacional dessas empresas iniciantes que desenvolvem produtos ou serviços inovadores, com potencial rápido de crescimento. São 951 congêneres aqui e mais de 12 mil no país, numa onda de crescimento de 20% ao ano.

Todas querem ser o próximo unicórnio, apelido carinhoso a quem conseguiu ser avaliada em US$ 1 bilhão antes de abrir seu capital na bolsa. Em 2018, o Brasil viu surgirem seus primeiros unicórnios: Nubank, 99, Movile, iFood, PagSeguro e Stone. Em 2019, a Gympass (app de assinatura para acesso a academias e estúdios) foi a primeira a atingir o posto, segundo o Valor Econômico.

Seria esse o melhor filão de mercado do momento? Possivelmente, mas a bonança não vem sem riscos. Uma pesquisa do Sebrae aponta que 30% das empresas não conseguem se manter no mercado. Outros levantamentos indicam que, nos primeiros cinco anos, metade deixa de existir. Um dos motivos para isso é a burocracia. No setor de tecnologia, as principais dificuldades são acesso a capital, obstáculos para entrar no mercado e divergência entre os sócios, nessa ordem.

Há outros dados úteis. O site americano CB Insights analisou as causas de morte de 101 startups em 2018. Em 42% dos casos, a principal razão de fechamento do negócio foi porque o mercado não tinha necessidade do que se produzia, ou seja, nenhum problema era resolvido. Em 29% dos casos, a companhia ficou sem dinheiro. 23% delas fecharam por divergências ou despreparo na equipe, 19% porque foram superadas pela concorrência e 18% por questões de preço e custo.

Até mesmo unicórnios podem encerrar atividades. No ano passado, a Theranos fechou as portas em setembro. Ela prometia fabricar um aparelho portátil capaz de fazer centenas de exames a partir de uma gota de sangue, de maneira rápida e indolor, com resultados quase imediatos. Mais de um bilhão de dólares foram arrecadados para esse fim, mas a situação era boa demais para ser verdade. O exagero na promessa gerou multa e acusação de fraude. Os investidores foram embora.

Na Radiografia do Ecossistema Brasileiro das Startups, feita pela Associação Brasileira de Startups no ano passado, as reivindicações do setor passam por simplificação do sistema tributário e incentivos fiscais para aceleradoras e investidores-anjo. Outros pleitos são facilidades de crédito e aumento na oferta de parques tecnológicos, como a Fábrica do Futuro, inaugurada em Porto Alegre no dia 23 de março. Quatro em cada dez startups ainda estão buscando escalar o seu negócio e sete em cada dez têm faturamento anual abaixo dos R$ 50 mil. Mais de mil empresas responderam à pesquisa.

Uma das melhores formas de se preparar para o mercado é contar com mentorias especializadas e acesso a um capital inicial. É o que prega o Sebrae: o índice de companhias nascentes que fracassaram após aceleradas é de 15%, a metade do que as que não passaram por nenhum programa de apoio. Outra vantagem do processo é o acesso a uma rede privilegiada de contatos. A propósito, esse é o motivo pelo qual o Rio Grande do Sul transformou-se em um polo na área: grandes empresas começam a investir nessas pequenas inovadoras.

Diego Castrojornalista (Temática)

Tags: startup, unicórnio, aceleradora, inovação, capital, Sebrae


Blog - 15.05.2019
Job sharing – compartilhando o trabalho
                                       
 
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Crédito: Divulgação/Unilever BrasilUm bom equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é uma parte cada vez mais importante das estratégias de retenção de talentos. De acordo com estudo publicado na Harvard Business Review, funcionários que trabalham menos horas tendem a ser mais produtivos do que os que trabalham por mais tempo.

Dentro da tendência de flexibilidade nos horários de trabalho está o job sharing. O modelo permite dividir cargos de responsabilidade entre duas pessoas que trabalham em tempo parcial para preencher uma posição em tempo integral, que serve para funcionários que não querem ou não podem trabalhar uma jornada completa, por exemplo. Suíça, Reino Unido, Alemanha e Austrália são países onde a prática é adotada com mais frequência. 

Em abril, foi divulgado um exemplo nacional do modelo. Na Unilever Brasil, Carolina Mazziero e Liana Fecarotta compartilham a diretoria do setor de RH desde o mês passado. Carolina estava prestes a voltar de licença-maternidade do segundo filho, enquanto Liana tem dois filhos, de 5 e 2 anos. A ideia surgiu a partir de uma conversa entre elas.

As duas passaram a trabalhar três dias por semana. De acordo com a empresa, os planos estratégicos serão desenvolvidos em conjunto. Durante dois dias na semana, ambas estão no escritório ao mesmo tempo e nas sextas, elas estão de folga.

O principal objetivo do projeto piloto é permitir a conciliação de uma carreira ativa com prioridades pessoais dos colaboradores. De acordo com Luciana Paganato, vice-presidente de Recursos Humanos da Unilever Brasil e líder direta das duas profissionais, promover a inovação no modelo de gestão de recursos humanos permite atrair e reter talentos em um mercado de trabalho em transformação.

Possíveis formatos 

O modelo se adapta às necessidades e tem combinações distintas em outras organizações. As horas de trabalho podem ser divididas 50% para cada colaborador ou mesmo 60% para um e 40% para outo. Há casos, por exemplo, em que os dois funcionários nunca se veem.

Todos os formatos têm em comum o benefício da flexibilidade do trabalho. Os profissionais podem trabalhar em meio período sabendo que, quando não estão trabalhando, outra pessoa estará em seu lugar. E quem compartilha o cargo sabe que pode facilmente trocar um turno com o seu par.

Se ambos os colaboradores estiverem igualmente comprometidos, o resultado é bom tanto para eles quanto para a empresa. Entretanto, se um deles estiver sobrecarregado, pode trazer prejuízos tanto para os funcionários quanto para o empregador.

No cenário de job sharing, são mais comuns CEOs que compartilham a tarefa de liderar uma companhia. Isso ocorre na rede de restaurantes Chipotle, dos EUA, do Whole Foods, da Salesforce e do Deutsche Bank. Outro modelo é o da Samsung, que tem três presidentes que dividem o cargo

Laura Schenkeljornalista (Temática)

Tags: Job sharing, Unilever Brasil, Whole Foods, Salesforce, Deutsche Bank


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