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Blog - 03.08.2020
Dicas de livros para ler na quarentena
                                       
 
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Ler um livro pode ser uma boa companhia para encarar a quarentena. Confira 10 sugestões de leitura que a Temática separou para você.

A Arte da Guerra Sun Tzu

É considerado um dos livros mais antigos, escrito em torno de 500 a.C. pelo general chinês Sun Tzu. Ele traz pensamentos acerca de estratégias de guerra, que podem ser exploradas para além dela, como conflitos pessoais internos, ou do mundo dos negócios.

Free Chris Anderson

Nesse livro, o autor escreve sobre uma ideia de economia baseada na gratuidade trazida pela era digital. Ele tenta provar que, em muitos casos, as empresas podem conquistar mais receitas se oferecerem os produtos aos seus clientes em vez de cobrar. Com algumas passagens de história econômica e ideias de outros pensadores, percorre entre o passado e o presente instigando nossa reflexão sobre economia e sociedade.

Marketing 4.0: do tradicional ao digital Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan

Depois de explicar todas as transições do marketing por meio dos seus livros, marketing orientado ao produto (1.0), marketing focado no consumidor (2.0), marketing centrado no ser humano (3.0), Philip Kotler se juntou a outros dois autores para falar sobre como a internet mudou a forma como vivemos e também dar dicas para entender os caminhos do consumidor na era digital, adotando novas métricas e práticas de marketing.

Pai Rico, Pai Pobre Robert Kiyaosaki e Sharon L. Lechter

No best-seller, os autores abordam principalmente questões de cunho financeiro e dão dicas para os leitores de como cuidar melhor de suas economias, investir de forma segura e como se tornar alguém financeiramente realizado e estabilizado. O principal objetivo da obra é fazer com que os leitores despertem sua inteligência financeira e de seus filhos.

Como fazer amigos e influenciar pessoas Dale Carnegie

Diversos princípios são apontados para lidar com as pessoas da melhor maneira nas esferas profissionais e pessoais, de modo a evitar conflitos e conseguir o que precisa delas.

A Tríade do Tempo Christian Barbosa

São apresentados todos os aspectos relacionados à produtividade, expondo uma fórmula que permite ser mais produtivo e não perder nenhuma tarefa importante, para manter a vida profissional e pessoal em ordem.

Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes Stephen R. Covey

É abordada a mudança de comportamento, estimulando transformações de dentro para fora, alterando a forma como interpretamos o mundo e o que fazer para que possamos atingir os objetivos e melhorar nossa educação financeira. A obra abrange princípios fundamentais da eficiência, baseados em nosso caráter.

O Poder do Hábito Charles Duhigg

Confira vários exemplos científicos de como os hábitos influem em nosso comportamento, como identificá-los, e substituir hábitos ruins por hábitos positivos em nossa vida. A obra se destaca pelas histórias que fundamentam os conceitos e é uma leitura leve e agradável.

A Startup Enxuta Eric Ries

De uma maneira inovadora é mostrado como os empreendedores fazem para criar empresas bem-sucedidas, trazendo princípios para quem deseja criar produtos novos e sem desperdícios. Na obra, o autor descreve um plano para que cada um possa executar os conceitos fundamentais da startup enxuta em qualquer tipo de projeto.

Design Thinking Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias

O autor relata experiências e empresas que utilizaram a metodologia do Design Thinking para conseguir sanar suas necessidades. É uma boa leitura para líderes que querem encontrar alternativas tanto funcionais quanto financeiras para seus negócios.

Por Mariana Gomes Puchalski, estagiária de jornalismo

Tags: livros, leitura, dicas, quarentena, empreendedorismo, produtividade


Blog - 23.07.2020
Fake news em alta, jornais em crise
                                       
 
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informa que 716 mil empresas fecharam as portas desde o início da pandemia no Brasil. A cifra representa mais da metade dos negócios que estavam com atividades suspensas em função do novo coronavírus. Praticamente todas são de pequeno porte. No caso do jornalismo, a pandemia acelerou os efeitos de uma crise que já dura vários anos. No interior do RS, vários jornais estão desativando parques gráficos, cancelando versões impressas, deixando de existir. Na capital, as ondas de demissões em grandes veículos são periódicas e lançam dezenas de profissionais ao mercado de trabalho. Mais de quatro mil jornalistas tiveram impactos salariais desde março no país, segundo levantamento da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

Em outras partes do mundo, a situação não é diferente. O site Poynter publicou recentemente uma grande lista de portais de informação e outros veículos afetados de alguma forma pelo coronavírus. Na Inglaterra, algumas revistas especializadas em música, como a Q e a Kerrang! (muito dependentes das vendas avulsas), anunciaram seu final. Na Austrália, mais de 150 redações fecharam suas portas. Os problemas de financiamento também refletem uma crise de credibilidade e mudanças na forma de consumo. Assim como a música (supostamente) ficou grátis, muitos consideram que, com o advento da internet, a notícia também ficou grátis.

Vejamos como o brasileiro se alimenta de informações: uma pesquisa feita pela Câmara dos Deputados e pelo Senado apontou o WhatsApp como principal fonte de informação de grande parte da população. Das 2.400 pessoas entrevistadas por telefone, 79% disseram receber notícias pela rede social. Canais de TV foram citados por 50% dos entrevistados como fonte de informações. Além da tevê, aparecem YouTube (49%), Facebook (44%), sites de notícias (38%), Instagram (30%) e emissoras de rádio (22%). No final, jornal impresso e Twitter foram citados somente por 8% e 7%, respectivamente.

O Brasil é segundo país do mundo em termos de tempo gasto diariamente nas redes sociais por seus cidadãos, chegando a uma média de três horas e meia. 62% dos brasileiros estão conectados às redes sociais, um índice maior do que o de pessoas acesso a saneamento básico. Quatro entre os cinco aplicativos mais baixados são redes sociais. Uma das consequências disso é a proliferação de notícias falsas. Nas últimas eleições, um levantamento da UFMG e da Agência Lupa mostrou que, das 50 imagens mais compartilhadas pelos usuários do WhatsApp, apenas quatro eram verdadeiras.

Diferentemente das notícias mal apuradas ou barrigadas, as fake news representam atos criminosos com objetivos definidos. São conteúdos criados com propósito de prejudicar a imagem e/ou causar um efeito de amor ou ódio contra uma pessoa ou uma causa, feitos por publicitários ou ex-jornalistas e publicados por meio de perfis falsos. Entre 2017 e 2018, o conteúdo jornalístico perdeu 17% de engajamento nas redes sociais. A propagação das fake news cresceu 61%. O que explica isso? Elas são compartilhadas facilmente por amigos ou parentes, são feitas para gerar cliques, operando por meio dos algoritmos que mapearam suas preferências e seu modo de pensar. Normalmente, o conteúdo entrega ao leitor ‘fatos’ para "comprovar" suas opiniões.

O Congresso Nacional tenta frear esse ímpeto com o Projeto de Lei 2.630/20, a lei das fake news (aprovado no Senado no final de junho e que está em discussão na Câmara). A proposta obriga os aplicativos a armazenarem por três meses as mensagens enviadas em massa, com identificação de quem enviou, com data, horário e total de destinatários. O disparo em massa fica caracterizado quando um mesmo texto é enviado por mais de cinco pessoas, em até 15 dias, para grupo ou listas. O PL também obriga as plataformas a estipularem um limite máximo de encaminhamento de um mesmo texto a usuários únicos ou a grupos. Há também a previsão de limitar o número de integrantes de um mesmo grupo. O aplicativo deverá criar mecanismo de consentimento prévio para quem for incluído num grupo.

Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) considerou o PL arbitrário, amplo demais e uma ameaça ao livre acesso à internet. Sua redação deve passar ainda por algumas mudanças no Legislativo. Conforme seus termos, pode ser que haja um certo freio na disseminação de notícias falsas, o que já será um avanço. Mas é realmente difícil considerar a possibilidade de acabar com o problema, tendo em vista os intrincados mecanismos utilizados para a geração de notícias falsas, revelados em detalhes por uma premiada reportagem do Correio Braziliense.

De qualquer forma, há muitas maneiras de conferir se uma notícia é verdadeira ou não, além do uso do bom senso. Há pelo menos meia dúzia de organismos dedicados a apurar a veracidade de informações divulgadas na internet ou nas redes sociais. Vale a pena consultá-los periodicamente: Agência Lupa, Truco - Agência Pública, Projeto Comprova, Fato ou Fake, Aos Fatos, Boatos e E-Farsas.

Por Diego Castro, jornalista

Tags: fake news, crise, pandemia, coronavírus, jornalismo, notícia, fechamento


Blog - 08.05.2020
Frases feitas e expressões para se evitar nos seus conteúdos
                                       
 
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O trabalho diário com as palavras exige um cuidado que compete com a pressão do tempo, com a disposição de quem escreve ou fala e com a sua bagagem de vida e leitura. Às vezes, até mesmo sem perceber, o jornalista ou comunicador faz uso de expressões que são espécies de 'muletas' textuais ou de fala, para ajudar a colocar as ideias no lugar. O problema é que várias são desnecessárias ou inapropriadas. O leitor/espectador/ouvinte nem sempre percebe, mas vale aqui o alerta sobre algumas situações que tem ocorrido com certa frequência, para que o profissional pelo menos pense duas vezes antes de utilizá-las.

“Quem disse que”: normalmente, essa expressão vem seguida de uma pergunta ou frase preconceituosa, simplista ou inventada, sem autor definido, pois se tivesse um ele deveria ser citado. Exemplos: “Quem disse que lugar de mulher é na cozinha” ou “Quem disse que você não pode mudar o mundo?”. É uma estratégia para introdução de assunto, mas, enfim, é possível buscar outros caminhos.

“Para se ter uma ideia”: expressão absolutamente inútil e pode ser sumariamente cortada em todas as situações em que é ou foi empregada. Basta tentar. Se você a escreveu ou a ouviu, apenas ligue o ponto anterior com o posterior do texto ou da fala e veja se a informação permanece fazendo sentido. Permanece, não é? Pois então...

“Quebrou o protocolo”: talvez alguns comunicadores nunca tenham visto um protocolo. Trata-se uma programação básica de ações a serem desempenhadas por uma autoridade, estabelecendo um cronograma. Uma visita do presidente a Porto Alegre, vai ter às 13h a reunião com o governador no Palácio, às 15h a inauguração da ala hospitalar no saguão institucional, às 16h uma entrevista coletiva na sala de imprensa, às 17h o vôo de partida para Brasília. Nem tudo o que o presidente faz nessa jornada de tempo é uma quebra de protocolo (os trajetos que percorre, o que come ou deixa de comer, ou interações como posar para fotos e distribuir autógrafos), porque o protocolo não vai em minúcias, não diz tudo o que se fazer tintim por tintim. É um guia.

“Nada melhor que”: artifício jornalístico para apresentar uma ação que parece complementar, compensar ou oferecer alívio ao que veio antes. O preocupante é que ela tenta apresentar um consenso, encerrando uma ideia. Veja essa notícia do Globo: “Sábado é Dia do Rock e nada melhor que unir corrida e música para comemorar”. Coloque-se no lugar do leitor, ouvinte ou espectador, e pergunte-se se realmente não há mesmo nada melhor que aquilo que você disse.

“Entre mortos e feridos salvaram-se todos”: perdi a conta de quantas vezes ouvi e li isso no jornalismo esportivo, especificamente. Não que deva ser necessário explicar, mas não há mortos e feridos se todos se salvaram.

"Se depender de": o problema no uso dessa expressão é a relação de causa e efeito em geral inexistente. Uma reportagem na TV mostrou, por exemplo, como crianças divertiam-se com aulas de dança por vídeo durante a pandemia do coronavírus. O repórter encerra a matéria com a frase "Se depender dessas crianças, a pandemia vai passar logo logo". Em primeiro lugar, não depende dessas crianças. Em segundo lugar, dançar não resolveria a questão.

O eterno dilema dos estrangeirismos: nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno. Não é preciso proteger a língua da pátria como seu salvador, nem abraçar qualquer palavra de outro idioma sem questionamento. A dica é apenas conferir se realmente a língua portuguesa não oferece uma alternativa que expresse exatamente o que se quer dizer. Mindset, por exemplo, tem ótima tradução, é mentalidade, modo de pensar. Budget é orçamento, approach é abordagem. Insight tem significados mais amplos, mas, dependendo do caso, talvez também haja a palavra em português que se encaixe, como lampejo, estalo, revelação, compreensão súbita.

Diego Castro, jornalista

Tags: jargão, chavão, frase feita, estrangeirismo, comunicação, escrita, jornalismo


Blog - 31.03.2020
Dicas para um home office produtivo em época de pandemia
                                       
 
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Os números de casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19) têm aumentado rapidamente no mundo e no Brasil, e o distanciamento social é um dos fatores que pode auxiliar na desaceleração da disseminação do vírus. Por isso, de acordo com a pesquisa realizada pela consultoria Betania Tanure Associados (BTA), 43% das empresas brasileiras adotaram o home office como prevenção da saúde e bem-estar dos seus funcionários nesta época de pandemia.


De acordo com Gabriel Tosto, Head de Canais e Vendas da TeamViewer América Latina, os benefícios do home office são diversos: aumento nos índices de rendimento com salto significativo nos coeficientes de produtividade, redução de estresse, diminuição de turnover e de custos para empresas e trabalhadores remotos. Ainda, segundo um estudo da Global Reward Solutions, quase 90% dos colaboradores em trabalho remoto sentem-se mais conectados quando fazem reuniões utilizando ferramentas de videoconferência.

Contudo, o trabalho remoto possui alguns desafios, como horários delimitados, ter um escritório para trabalhar e disciplina para que funcione. Por esse motivo, a equipe da Temática conversou com a professora de Recursos Humanos da Universidade Santo Amaro e especialista em Gestão de Carreiras, Andreia Malanga, sobre dicas e hábitos que o profissional pode adotar para auxiliar na produtividade da rotina no home office.

Como se comportar trabalhando de casa?

Sugiro que o profissional defina uma agenda exatamente igual ao do dia a dia dele. Onde por exemplo, ele está acostumado a acordar às oito horas. Ele permanece na agenda do cotidiano acordando às oito horas. Primeiro, o profissional deve tomar o seu café em família. Depois do café, ele dá início a suas atividades do trabalho de modo remoto acionado pelo computador ou celular. Após, para no horário de almoço e faz a refeição de novo com a família. Aproveita esse momento para conversar, para se atualizar das notícias, mas com um pouco de cuidado para também não exagerar e não ficar paranoico. Então retomar o trabalho dele até o horário que estava acostumado.  

Como manter o foco e a concentração quando se trabalha em casa?

Primeiro, tem que se definir a agenda. Segundo, estabelecer um local de trabalho. É importante que se tenha um local de trabalho específico e isolado. Porque se você não tiver definido o espaço certo, você não consegue se concentrar. Cada um vai ter que respeitar o seu espaço. De preferência, se tiver filho pequeno, fazer a agenda do trabalho no horário que a criança está estudando. Muitas escolas estão usando aula virtual. Então, no momento em que o filho está fazendo a aula virtual, aproveitar para trabalhar também. Porque a hora que ele estiver disponível vai querer fazer uma atividade. Vai querer jogar um joguinho ou querer ter um tipo de interação. Então é importante que o pai e a mãe também revezem. Quando o filho for assistir aula, a mãe vai precisar ligar, desligar e orientar. Nesse momento a mãe não trabalha, o pai trabalha. Depois, o pai faz a atividade com a criança e a mãe vai trabalhar.

Quais os hábitos que podem ajudar a ser mais produtivo trabalhando em casa?

Seguir o cotidiano. Por exemplo, a maior parte das pessoas costuma achar que estar em casa é aquele momento de relaxamento, o sábado e o domingo. Onde você não tem o trabalho. Se você fizer a agenda do sábado e domingo, o seu corpo não vai se adaptar. Então, é de suma importância que de segunda a sexta você faça o ritmo do trabalho. O que você tem que fazer. Manter os horários durante a semana para que o seu corpo entenda que é o horário de tomar café, o horário do almoço, horário do jantar. Durante o horário do trabalho, continuar esse exercício diário, porque, se você flexibilizar, se você trocar um horário de trabalho por uma atividade de lazer, sua concentração do outro horário pode ser não tão produtiva.

Como manter hábitos saudáveis em home office?

Definir uma agenda que contemple: um terço de trabalho, um terço de alimentação, saúde e exercício e um terço de espiritualidade e amigos. Coisas que realmente te façam bem, que te fazem feliz. O lazer também. Assistir um filme, uma peça de teatro, uma ópera. Algo que seja inusitado. A gente está reaprendendo a valorizar coisas importantes na nossa vida. É também uma excelente oportunidade para as pessoas reverem o que elas estão fazendo com elas mesmas. Será que nesse momento, adianta você focar só no trabalho? Será que é isso que vai te fazer feliz? Ou será que tem outros caminhos que vão te trazer muito mais felicidade?

Como as ferramentas digitais disponíveis podem ajudar durante este período?

Estão sendo fundamentais. Sem elas não seria possível tanta conectividade. Acho que o que é mais legal é a sociedade despertar que a tecnologia pode fazer muito mais melhorando a qualidade de vida das pessoas. Na sua interatividade ela é perfeita. O WhatsApp por exemplo. Hoje em dia a tecnologia oferece inúmeras oportunidades de interação, de colaboração. Que facilita o trabalho operacional. Mas nunca a intelectualidade das pessoas. Nunca a tecnologia vai substituir um sentimento, vai corresponder afetivamente com você. Isso nunca vai acontecer. Ela pode até chegar perto, num momento de maior solidão. Como as inteligências artificiais, que tem uma conexão com as pessoas. Mas nunca vai ser o afeto. Que é fundamental naquele um terço da espiritualidade, da conexão entre as pessoas.

Quais desafios os profissionais encontram trabalhando em home office?

É cumprir com a agenda. Nesse primeiro momento até que a situação toda da sua casa entenda que você está trabalhando e que haverá o momento de lazer. Até mesmo você se adaptar. Porque tem o horário da coleta de lixo, tem a lista de compras. A casa passa a ter uma nova dinâmica. O consumo aumenta dentro de casa. Então, as coisas vão se adequando. Mas o caminho é você definir os lugares certos. Aqui é o meu lugar de fazer o exercício físico, o relaxamento e a meditação. Aqui é o meu local de trabalho, local de interação com a família e o local da minha refeição. Estabelecer os locais certos para se organizar melhor.

Como o profissional pode fazer para estabelecer horários de trabalho?

Depende das empresas. Por exemplo, se for o horário comercial, seguir o horário comercial porque ele pode ser acionado a qualquer momento. Na verdade, ao invés dele estar trabalhando numa mesa no espaço da empresa, ele vai estar em casa. Então as pessoas vão acioná-lo no horário que estavam acostumadas. Agora, aquela empresa que definir uma dinâmica diferente, é importante que todos os colaboradores sigam esses novos horários. Então, o que muitas estão fazendo é seguindo o horário comercial mesmo. As que não precisam de horário comercial fazem o pré-agendamento com o uso de recursos tecnológicos via Skype ou Whatsapp, avisam previamente o horário da reunião e as pessoas ficam disponíveis.

Por Mariana Puchalski, estagiária de jornalismo

Tags: home office, produtividade, pandemia, coronavírus, trabalho


Blog - 12.08.2019
Economia circular: que trem é esse?
                                       
 
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A economia circular é um sistema industrial que é restaurativo ou regenerativo por intenção e design. Ele substitui o conceito de fim de vida dos produtos pelo de recuperação/reciclagem e retorno ao sistema. Num mundo cada vez mais poluído e degradado, muitas empresas já estão despertando para um novo modelo de lidar com a realidade, substituindo velhas ideias e estabelecendo círculos virtuosos de produção.

Não apenas o setor privado se preocupa com essas questões. O Ministério Público do Rio Grande do Sul realizou, em junho, um seminário acerca do tema com participação de empresas, prefeituras e órgãos estatais. O motor das falas foi a necessidade de redefinição da noção de crescimento com o foco nos benefícios para a sociedade. Várias provocações foram feitas aos presentes: Como a escolha da matéria-prima influencia o impacto ambiental do produto? O que ocorre com a embalagem no fim de sua vida útil? A logística reversa é mais uma intenção do que uma prática? O que os governos podem fazer?

Diversas empresas já acordaram para essa necessidade. Os hospitais Moinhos de Vento e Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre, a Braskem, a fabricante paulista de sistemas eletrônicos Sinctronics, o supermercado catarinense Angeloni, todos implementaram soluções sustentáveis em seus processos, e começam a aferir os ganhos econômicos de tais ações. Há também protótipos lançados de embalagens biodegradáveis.

O problema é que a economia circular ainda se encontra na escala de nicho, não pegou o mainstream. É preciso colocar mais ideias em prática para validar modelos de negócio. Na esfera pública, fica a noção de que não cabe às leis apenas prever punições a quem polui e degrada o meio ambiente. Elas podem estabelecer prêmios, como isenções fiscais, para as empresas de bom comportamento e donas de projetos estruturantes. No âmbito social, a conscientização deve ser estimulada. A cultura da descartabilidade ainda é dominante, até mesmo em cidades como Porto Alegre, onde a coleta seletiva existe há quase 30 anos, mas apenas 3,5% do efetivo é encaminhado para reciclagem.

Segundo alguns estudiosos, os danos causados pelo homem já ultrapassam o limite de regeneração da biosfera. O dia 29 de julho foi taxado pela Global Footprint Network (GFN) como o Dia de Sobrecarga da Terra, ou seja, o momento em que a biocapacidade do planeta era suficiente para suportar a "pegada ecológica" da humanidade nesse mesmo ano. Estima-se que, em 2050, a humanidade consumirá o dobro do que o planeta produz. Mas ainda é possível reverter o passo, gradativamente, por isso o conceito de accountability (prestação de contas) de cadeias produtivas tem ganho adeptos. Você já pensou em que momento sua empresa vai embarcar nesse trem?

Diego Castro, jornalista

Tags: economia circular, sustentabilidade, logística reversa, reciclagem, meio ambiente, pegada ecológica


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Direto da redação
17.03.2020
Expediente por home office
23.10.2019
Revistas promovem educação ambiental
29.08.2019
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27.08.2019
Temática participa da 42ª Expointer
 
 
 

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