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Blog - 19.12.2016
Qual é o seu nível de curiosidade?
                                       
 
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©iStock.com/ImgorthandNão importa se você é empreendedor, professor, artista ou engenheiro. Para qualquer pessoa, ser curioso traz benefícios que podem ser pessoais, profissionais ou mesmo para a sociedade.Conseguir pensar e agir de novas maneiras é algo revolucionário.

De acordo com o livro Innovating Minds: Rethinking Creativity To Inspire Change, que faz um apanhado de pesquisas sobre a mente e comportamento, a criatividade é muito mais do que um processo estatístico, está profundamente ligada a emoções e motivação. “Pensar é algo que emerge de uma interação dinâmica e contínua de cérebro, mente e ambiente. Conhecendo mais o nosso pensamento podemos otimizar nossas mentes inovadoras, mentes que se adaptam criativamente de forma continuada, construindo o que aprendeu com flexibilidade, ajudando os outros a fazê-lo também e formando ambientes que sustentam e semeiam a inovação”, descreve o livro de Wilma Koutstaal e Jonathan Binks.

E se essa característica é tão importante, dentro e fora das empresas, é de grande valia pensar em como estimulá-la. Afinal, o que auxilia as pessoas a serem curiosas? Essa dúvida foi o norte de uma pesquisa desenvolvida pela Merck que mediu os níveis da curiosidade de funcionários e o nível da curiosidade apoiado por suas empresas. Participaram do estudo trabalhadores da Alemanha, da China e dos Estados Unidos.

De acordo com o relatório (clique aqui para ler a íntegra do texto, em inglês), curiosidade envolve o reconhecimento, a busca, e preferência das coisas que são novas, incomuns, e fora de sua experiência normal. Para realizar o estudo, a curiosidade foi dividida em quatro dimensões: inquietude (fazer perguntas e explorar ideias), criatividade (vontade de experimentar novas soluções), abertura (ter preferência por uma variedade de experiências e perspectivas) e tolerância (capacidade de atender o desconhecido com coragem, em vez de ansiedade).

Para fomentar a curiosidade dos funcionários, as empresas precisam criar um ambiente de trabalho feliz. Mais da metade dos funcionários altamente curiosos trabalham para organizações que alimentam ativamente a curiosidade no trabalho e podem ter qualquer idade, embora os mais jovens tendam a expressar a sua curiosidade com mais frequência. Além disso, funcionários curiosos trazem ideias à vida no trabalho. Eles se sentem contagiados e satisfeitos pelo trabalho que fazem e tendem a ter um papel significativo no processo de tomada de decisão.

A pesquisa revelou que existe uma relação entre a curiosidade e a satisfação no trabalho: os trabalhadores que são "extremamente satisfeitos" com os seus empregos são mais suscetíveis de ser altamente curiosos.

Percebeu-se também uma diferença de perfil por país: na China e nos Estados Unidos, os trabalhadores da geração Y tiveram as maiores pontuações no Índice de Curiosidade dos Colaboradores. Já na Alemanha, os baby boomers têm as maiores pontuações. E você, o quão curioso você é? Faça aqui um teste interativo.

Laura Schenkel, jornalista (Temática)

Tags: curiosidade, pesquisa, psicologia, cérebro, criatividade


Blog - 06.12.2016
Adeus velhos hábitos, feliz novos propósitos
                                       
 
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©iStock.com/RasicaCoincidência ou não, chegamos a mais um final de ano que nos remete à reflexão, abalados pela tragédia que matou 71 pessoas, na semana passada. O acidente aéreo com a delegação da Chapecoense envolveu jogadores, dirigentes e integrantes da comissão técnica do time de futebol de Santa Catarina, tripulantes do avião e profissionais da imprensa em Medelín, na Colômbia. Além de acabar com os sonhos de uma equipe tão cheia de futuro, o ocorrido representou uma segunda chance para seis sobreviventes. Lições de solidariedade, apoio, respeito e amor ao próximo – entre homenagens feitas por times, torcedores, familiares, colombianos e pessoas comuns do mundo todo – mostram que a vida vale a pena e que cada momento deve ser aproveitado ao máximo. De tudo que passamos, ficam os aprendizados. E a cada novo dia ressurge a esperança, de que podemos recomeçar, tornando-nos pessoas melhores.

Há poucos dias de fecharmos 2016, é chegada a hora de rever o que de fato fizemos nesse ano. Será que valeu a pena? E o que queremos para o Ano Novo? Perguntas como essas podem ser respondidas por qualquer pessoa em um processo de planejamento estratégico. O consultor Antônio Napole, da Kaiser Associates, diz que é importante não misturar planos pessoais com a vida profissional. "Pense primeiro nas coisas que quer fazer dentro do seu ciclo biológico para depois planejar as metas do seu negócio ou trabalho", ensina.

Depois disso, segundo ele, deve-se reunir as pessoas que fazem a sua empresa acontecer. É recomendável que elas saiam do ambiente de trabalho e reúnam-se em local isolado, sem interrupções. "Descubram a razão de ser da empresa e o que se quer atingir, verificando o que é necessário para chegar a esse sonho para o futuro", descreve. Em seguida, recomenda-se pensar naquilo que é impedimento para se atingir esse estado, buscando causas e obstáculos para alcançá-lo.

Por fim, é chegada a hora de elencar como se pretende resolver cada dificuldade. "Coloque no papel as ações, com metas e prazos, citando os responsáveis, assim como os recursos disponíveis", afirma. O período para rever os seus planos e até mesmo mudar de rota, conforme o especialista, dependerá do ciclo de cada pessoa ou empresa. “Planejar é pensar de forma sistêmica”, reforça Napole. Mesmo diante das intempéries, o principal conselho dele é seguir em frente, ajustando-se a cada mudança de cenário, afinal “muito do caminho se aprende caminhando.”

Cláudia Boff, Jornalista (Temática)

Tags: planejamento, empresa, metas, trabalho


Blog - 17.11.2016
Jornalismo semeando a sustentabilidade
                                       
 
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Luis Felipe Matos/Divulgação SccopoMudar nossos hábitos para ajudar na manutenção do meio ambiente é um tema recorrente nas conversas entre amigos, colegas e familiares. Entretanto, o jornalismo também tem um papel fundamental para fazer esse assunto ser debatido. Por acreditar nisso, eu utilizei meu espaço na revista acadêmica Josefa para escrever a reportagem A vila dos Gravatás.  A ideia me rendeu o Prêmio Braskem de Jornalismo Universitário deste ano, categoria acadêmica do 3º Prêmio Lutzenberg de Jornalismo Ambiental.

Na reportagem eu conto a experiência que tive no semestre passado, em um dia vivido na Ecovila Karaguatá, do casal Glória Caceres e Luiz Gusson, em Santa Cruz do Sul. Ela, dentista; ele, médico, e ambos deixaram tudo para trás para mudar de vida. Hoje eles vivem em comunidade, pois o local está sempre de portas abertas para novos moradores. A alimentação é quase toda provida das plantações da ecovila e até mesmo a relação com o tempo e com o dinheiro é diferente por lá. Todos os ambientes da Karaguatá são pensados para serem sustentáveis, desde os materiais de sua construção, até seus banheiros e sua iluminação.

Mas para conseguir o resultado final, enfrentei alguns problemas. A primeira ecovila que visitei, na realidade, não foi a Karaguatá. Encontrei outro local, marquei a visita e, chegando lá, eu e o fotógrafo descobrimos que a ecovila ainda estava sendo construída. A pauta quase caiu. Com o prazo chegando ao fim, tive que usar o que eu tinha, então cheguei a escrever uma versão sobre esse local. Mas eu sabia que faltava algo e, por isso, pedi um novo prazo para a professora e procurei uma nova ecovila. Depois de encontrar a Karaguatá, ainda tive que conseguir um outro fotógrafo, pois o primeiro não poderia ir comigo na data combinada.

Toda essa jornada valeu a pena. Mais do que ganhar um prêmio, escrever essa matéria também me fez conhecer pessoas incríveis com histórias e ensinamentos importantíssimos. O local é a prova de que é, sim, possível viver bem e, ao mesmo tempo, estar em harmonia com o meio ambiente. Além disso, é essencial que o jornalismo mostre essas histórias, pois elas provocam o debate sobre a conscientização ambiental e podem influenciar outras pessoas a mudarem de estilo de vida como a família Gusson fez.

Laís Albuquerque, estagiária de Jornalismo na Temática


Blog - 21.10.2016
Arquétipos do bem
                                       
 
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Terça-feira, 11 de outubro, estava a caminho da Temática, quando uma amiga me chama no Messenger do Facebook para refletir sobre uma prima, professora primária, que se fantasiou de Arlequina, parceira do Coringa, para comemorar o Dia das Crianças na escola em que trabalha. A Arlequina é uma personagem controversa no imaginário HQ, até para mim, uma entusiasta da cultura pop, mas quase analfabeta no universo nerd. Harleen Quinzel era uma médica psiquiatra que tratou o Coringa em um sanatório de Gotham, logo após o Batman o prender. O Coringa a enlouqueceu ao ponto de fazê-la acreditar que a amava, e assim pôde fugir do hospício e voltar à sua saga de crimes, levando Arlequina ao seu lado.

Com problemas de autoestima – a própria DC Comics revelou que Harleen teria sido uma péssima aluna que ascendeu até a faculdade de medicina puramente por favores sexuais –, de sanidade mental frágil e altamente suscetível a relacionamentos abusivos, Arlequina não seria exatamente um exemplo a ser seguido por uma menina em idade escolar. Muitas vezes, nos deixamos levar pelas nossas próprias preferências e experiências ao apresentarmos modelos que talvez nem sejam tão sadios assim.

Faz parte de quem quer que assuma um papel formador na vida de uma criança – sejam pais, professores, familiares ou até mesmo as representações midiáticas – de filtrar o que é bom e o que não é tão especial, de maneira que se construam pessoas saudáveis que almeje bons resultados na vida. É na infância que se lançam as sementes de padrões a serem seguidos, e faz parte da educação recebida que haja uma seleção do que se recebe e do que se consome.

Por que não incorporar a bruxinha Hermione, de Harry Potter, conhecida pela sua inteligência e sagacidade ao resolver problemas durante a série? Ou então, seguindo o universo HQ, a Mulher Maravilha, expoente feminino entre os super-heróis, a amazona independente e que há 74 anos povoa o imaginário infantil com o seu avião invisível e laço da verdade? Na linha mais delicada, por que não a poderosa princesa Elsa, que, pela primeira vez nos filmes Disney, salvou, com uma prova de amor verdadeiro, a irmã da morte certa?

A representação de adultos fortes, bondosos e inteligentes – principalmente com mulheres em posição de liderança – é muito importante para mostrar o futuro que queremos construir, que almejamos que nossas crianças alcancem. Os modelos midiáticos são inevitáveis, principalmente em uma era onde as grandes produtoras cinematográficas são empresas bilionárias, e então, porque não nos utilizarmos dos seus produtos audiovisuais para educar? Afinal de contas, mídia significa meio, e é este meio o responsável por trazer a imagem conceitual do que queremos nos tornar. 


Blog - 11.10.2016
Como sobreviver à avalanche
                                       
 
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©iStock.com/CurvaBezierSoterrados por informações, ansiosos por interação, vivemos tempos complicados. Uma rápida lembrança de assuntos diversos que bombaram na internet e nas redes sociais mostra que separar o joio do trigo está virando tarefa para “detetives”. O problema é que as pessoas não têm tempo para isso.

Vejamos: no ramo do entretenimento, o comediante Gregório Duvivier escreve artigo para jornal lembrando carinhosamente de sua ex-namorada. O texto viraliza na internet e dias depois se descobre que era uma estratégia comercial para divulgação de um filme com os dois. O jogador Neymar aparece cantando e tocando piano em um vídeo, dizendo que viraria cantor. Era uma campanha publicitária de chocolate.

No âmbito político, também não está fácil. Defensores públicos acusaram um ex-presidente de ser líder de uma organização criminosa. A direita aplaudiu. A esquerda, em contrapartida, forjou uma frase que nunca foi dita para desmoralizar a falta de provas da denúncia divulgada.

Na esfera social, os defensores da reforma trabalhista querem a flexibilização das leis para que as empresas consigam se desonerar e reduzir o contingente de 12 milhões de desempregados no Brasil, que já representa 11,8% da população economicamente ativa. Entidades de trabalhadores, por sua vez, afirmam que exemplos estrangeiros de reformas na mesma linha não resultaram na diminuição do número de pessoas sem trabalho. Dois lados de uma mesma moeda.

Quem não está confuso, está mal informado. A observação sagaz que se popularizou depois das manifestações de 2013 permanece atual, cada vez mais. O quadro ainda é pior quando se vê que, mesmo diante de versões conflitantes dos fatos e diversos pontos de vista, muitos têm pressa em defender um lado da questão e agarram-se a ele fervorosamente.

Em quem acreditar? As redes sociais parecem a terra das certezas, num momento em que a ponderação e o diálogo fazem falta. Jornais e revistas tradicionais lutam contra uma crise de credibilidade. O campo parece propício para iniciativas de curadoria de conteúdo e checagem de dados. Informação é um bem precioso, precisa ser tratada com todo cuidado. O jornal britânico Times, por exemplo, anunciou em março que atualizaria seu site apenas três vezes por dia. O objetivo da medida foi oferecer "artigos confiáveis e em profundidade, análise atualizada e opiniões estimulantes." É a busca da perfeição enfrentando a pressa. 

Diego Castro, jornalista na Temática Publicações

Tags: curadoria, sobrecarga, checagem, informação


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Direto da redação
05.12.2018
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