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Blog - 20.07.2018
Comunicação para colaborar com sonhos
                                       
 
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O voluntariado é uma das atividades que mais ganha admiradores e reconhecimento atualmente. Considerado como diferencial dentro do mercado de trabalho e um “capital” subestimado para as empresas, faz parte do dia a dia de entidades, seja em processos seletivos ou na prestação de diversos serviços essenciais à sociedade. Apesar da rotina agitada do profissional de comunicação, adentrar este universo pode ser uma virada de chave na carreira e uma grande mudança de vida.

Acima de tudo, o trabalho voluntário certo para o profissional é tão importante quanto a decisão de praticar o mesmo. Encontrar um serviço que esteja de acordo com sua personalidade e valores é o que leva ao desejo e empenho para contribuir, onde quer que esteja. Também é necessário organização para saber quanto tempo é possível dedicar, pois realizar trabalho voluntário é, antes de mais nada, o comprometimento com o próximo. O investimento de tempo para causas sociais é um dos maiores recursos que o ser humano pode obter, de valor imensurável. Muitas organizações não possuem os meios para contratar uma empresa que faça um plano de comunicação eficaz, especialmente em tempos de difícil situação econômica no país. Assim, é possível que um profissional da área possa exercer sua função e assim adquirir mais experiência, por exemplo.
 

Como colaborador da organização Parceiros Voluntários, dentro do Projeto Tribos, pude contribuir para a criação de conteúdos em escolas e vivenciei a melhora da autoestima e confiança de crianças e adolescentes. Através de ações simples como gravar histórias contadas pelos alunos, foi plantada a inspiração para que eles procurassem atividades de rádio (podcasts) e postagens sobre suas rotinas nas redes sociais. Iniciativas assim influenciam o ambiente educacional e o aprendizado dos estudantes, possibilitando mudanças positivas para todos.Divulgação/ONG Parceiros Voluntários

Além disso, é uma excelente maneira de encontrar novas oportunidades no mercado e enriquecer o currículo. O desafio de testar suas habilidades em uma área diferente, voltada para o terceiro setor, também são grandes recompensas de um voluntariado. Descobrir novos gostos e hobbies pode ser um grande acréscimo aos momentos de lazer, e conhecer pessoas diferentes é capaz de abrir portas através do networking.

O cultivo dessas relações também impacta a sociedade e acompanha esse processo, levando felicidade tanto para quem contribui quanto quem recebe. Participe de um trabalho voluntário, doe o esforço e tempo que puder! Leia aqui sobre os benefícios do voluntariado e informações relacionadas à atividade no Brasil.

Diego Rodriguesestagiário em Jornalismo (Temática)

Tags: Comprometimento, doação, comunicação, marketing, redes sociais


Blog - 12.04.2018
A violação de privacidade nossa de cada dia
                                       
 
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O vazamento de dados do Facebook, ocorrido recentemente, coloca em discussão a©iStock.com/Oatawa falta de uma regulamentação efetiva em defesa da privacidade dos mais de 4 bilhões de usuários de internet, o que representa 46% da população mundial – só no Brasil são mais de 116 milhões de pessoas conectadas à rede mundial de computadores, conforme relatório da We are Social e Hootsuite. O escândalo, publicado pelo jornal americano The New York Times, expôs o compartilhamento indevido de informações de mais de 87 milhões de usuários da rede social em um quiz realizado em conjunto com a consultoria Cambridge Analytica.

Em depoimento ao Senado americano, realizado nesta semana, o CEO e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg disse que os dados violados pelo aplicativo entre 2013 e 2014 não foram usados para influenciar o resultado da eleição presidencial do país em 2016, na qual Donald Trump saiu vencedor. Após inúmeras desculpas, o executivo reiterou a promessa de “cuidar melhor” do conteúdo disponibilizado na rede social. Porém, não garantiu que aceitaria uma lei que obrigasse a obtenção da permissão direta dos usuários para compartilhar suas informações sobre hábitos, saúde e relacionamentos.

No final de março, o CEO passou a coordenar uma série de medidas em prol da privacidade dos internautas, mas a imagem da empresa foi gravemente abalada. Muitos especialistas chegam a prever que o incidente representa a possível derrocada e até mesmo o fim da mais famosa rede social do planeta. Com quase 2 bilhões de usuários, o sucesso dessa popular mídia fez com que grande parte de diferentes serviços online associassem o seu login à conta do Facebook. Por conta disso, é provável que tenhamos muitos aplicativos conectados ao nosso perfil na rede social e nem lembremos de todos.

Esse fato evidencia que não há controle dos dados obtidos pelas empresas na web e muito menos da privacidade das pessoas, o que resulta no uso indevido de suas informações. Não bastasse esse episódio, praticamente tudo que fazemos na internet precisa de um cadastro, deixando-nos muito suscetíveis no mundo digital a sofrer violações desse tipo. Mas, afinal, para onde vão todas essas informações e como elas são realmente usadas?

No Brasil, o Marco Civil da Internet (lei n° 12.965/14) regula o uso da rede mundial de computadores por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres dos internautas, bem como diretrizes para a atuação do Estado. O projeto ganhou força em 2013, quando foram descobertas as práticas de espionagem usadas pelo governo americano contra o Brasil e outros países. De acordo com a legislação, “fica permitido – para preservar a estabilidade e segurança da rede – que as operadoras façam o gerenciamento das redes utilizando as medidas técnicas estabelecidas pelo padrão internacional”. Já o artigo 11 garante que “qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros, dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações de Internet em que um desses atos ocorram em território nacional, deverá ser respeitada a nossa legislação”.

Fica claro que a fiscalização tanto de órgãos nacionais e internacionais se mostra precária e insuficiente, favorecendo as empresas no uso de dados pessoais para a venda e direcionamento de publicidade. Cabe aos usuários filtrar o que de fato precisa ser exposto de sua rotina na internet, com o cuidado de manter a coerência, o respeito e a verdade nas mensagens postadas nas redes sociais. Pois, afinal, somos vigiados sim – todos os dias – e nossos dados são usados abertamente por diferentes fontes e meios, seja em caráter comercial ou político e pragmático.

Cláudia Boff, jornalista (Temática)

Tags: internet, redes sociais, Facebook, privacidade, vazamento, violação, dados, informações


Blog - 04.10.2016
Engajamento não se compra
                                       
 
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©iStock.com/Jane_KellyVocê já deve ter visto por aí anúncios de “troco likes”, “sigo de volta”, “pacote com seguidores”. É impressionante a quantidade de empresas que ainda vão atrás desta prática, comprando a promessa de likes e seguidores, como se fosse possível ganhar audiência e engajamento simplesmente passando o cartão de crédito. Mais extraordinário ainda são as agências de produção de conteúdo digital que trabalham nesta linha – imagino que em uma tentativa de "mostrar trabalho". Devem pensar que o cliente vai ficar feliz vendo que, de repente, do zero, a agência batalhou para conquistar 10 mil internautas! Isso em 5 dias. Gente, mágica não existe, vamos cair na real.

Há pacotes que prometem aumentar o número de seguidores na sua página empresarial, e de fato aumentam, com perfis – nada mais, nada menos – de outros países, como Índia ou Indonésia, pessoas que não fazem a mínima ideia sobre o que se trata a empresa "curtida" e nem falam o seu idioma. São perfis de pessoas reais, como prometido, sim, mas de fato são também perfis fakes – e que vão embora depois de certo tempo. Mas isto nem importa, e também não importa o valor gasto nestas transações – o que interessa é que isso não se faz, pois não traz benefícios e, ao contrário, criam até antipatia no teu consumidor fiel, que curte realmente a tua empresa. Há agências – que, inclusive, ministram cursos por aí de como fazer produção de mídias sociais e são até consideradas referência no assunto – praticando esta heresia. É o cúmulo, verdade seja dita.

Trata-se não apenas de falta de visão, mas de ausência de boa índole, num cenário onde a transparência empresarial é cada vez mais imprescindível. Enganar o teu seguidor fiel com números, dentro da lógica do “efeito manada”, em que todos correm atrás, também conhecido como “maria-vai-com-as-outras”, é, além de mau-caratismo, ilógico – não há sentido algum. O importante é ter acompanhando a sua página/canal/perfil pessoas que realmente fazem a diferença para a sua empresa, sejam seus clientes ou potenciais consumidores. Este é o seu público, então não suje o seu nome com soluções falsas. Quantidade é importante, claro, mas o principal é a qualidade. O "resultado" numérico, neste caso, não trará nenhum efeito prático para o seu negócio.

Também na pressa para alcançar a porção diária de posts prometidos ou por simples incapacidade criativa ou ainda por não ter equipe suficiente em função do baixo valor cobrado pelo trabalho, muitas agências de conteúdo digital "roubam" ideias e posts de outras empresas, o que pode trazer dores de cabeça para você, com incontáveis processos judiciais. Isso sem falar no direito do uso de imagem, muitas vezes ignorado pelas mesmas agências. Logo, vale pesquisar bem antes e se certificar sobre possíveis fornecedores nesta área. Este é um trabalho que não pode ser feito em série industrial, cada post é estratégico para a sua empresa.

Suas postagens têm de ter coerência com o que você/sua empresa faz, com quem você/sua empresa é. Você precisa comemorar cada like conquistado pelo mérito do material que você coloca na rede. Cada compartilhamento. O alcance das publicações, é verdade, está cada vez mais restrito pelas próprias empresas (Facebook, Twitter) – é preciso realmente "anunciar", impulsionar seus posts. Mas faça isso de forma acertada, direcionando ao público de interesse do seu negócio. Muito falamos sobre corrupção no âmbito governamental, mas esquecemos que a corrupção também está presente nos pequenos gestos e detalhes do dia a dia, e este é um exemplo disso. Não caia no conto do pacote de likes, seguidores etc. Quem pensa que compra engajamento não entende nada de mídias sociais e nem da época em que vivemos.

Fernanda Reche, diretora e jornalista da Temática

Tags: Likes, redes sociais, engajamento, posts


Blog - 06.09.2016
As várias faces em rede
                                       
 
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©iStock.com/MaxsattanaCom a popularização da internet, a partir dos anos 2000, milhares de usuários da rede mundial de computadores, que cresce a cada ano, embarcaram em uma frenética corrida pela informação.  Só no Brasil, mais da metade da população do país (ou seja, 95,4 milhões de pessoas) acessa à web, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas com o passar do tempo, os holofotes deixaram de estar nos sites, portais de notícias e blogs. Hoje, mais do que nunca, é preciso criar e manter uma boa imagem, por meio de relacionamentos saudáveis que ajudem a formar o seu "eu" digital.

Mais antigas do que se imagina, as redes sociais digitais surgiram no final da década de 1990, possibilitando a troca de informações – até então, feita basicamente por e-mail –, abrindo espaço para a interação e o relacionamento em grupos. Mas o grande boom dessa nova mídia eletrônica ocorreu em 2004, na segunda geração de comunidades, chamada web 2.0 – uma espécie de evolução da fase anterior. Um dos grandes fenômenos deste período foi o Orkut, que se difundiu rapidamente no Brasil, a partir do convite de algum de seus participantes aos amigos, mantendo-se em funcionamento por 10 anos. Outra febre, surgida em 2004, é o Facebook, que chegou ao topo das mídias sociais no mundo em 2008, mantendo-se até hoje em primeiro lugar no Brasil. Ao todo, a plataforma conta com mais de 103 milhões de usuários, sendo por aqui terceiro país mais ativo – atrás apenas de EUA e da Índia.

A crescente democratização de conteúdos nas mídias digitais faz com que os internautas encontrem nesse ambiente um novo espaço para retratarem opiniões, mostrarem suas preferências e até mesmo engajamento. No entanto, muitos comentários e compartilhamentos de informações e notícias acabam produzindo efeitos contrários aos desejados, tanto em perfis pessoais como profissionais.

É preciso ter cuidado com o sensacionalismo e as falsas notícias, que se propagam muitas vezes por pessoas que nem acessam a determinado conteúdo, marcando e até mesmo mencionando pessoas que não estão de acordo com tal posicionamento ou ação. Especialistas dizem que não há regras específicas quanto à etiqueta nas mídias sociais. A regra que vale é a do livre arbítrio, podendo-se excluir ou deixar de seguir determinada pessoa. Não é necessário, porém, avisá-las ou mesmo ter que explicar tal atitude. Age-se dentro do bom senso!

Há quem opte em deixar claro seus posicionamentos políticos e ideológicos. No viés profissional, essa postura pode rotulá-lo, atrapalhando no trato com clientes, ou mesmo em uma futura recolocação no mercado. Para muitos, as redes sociais já se tornaram uma fonte de pesquisa e de referências, apresentando as diversas faces que alguém pode ter ou demonstrar em diferentes ambientes. Independentemente das suas escolhas, é fundamental lembrar que gentileza gera sempre gentileza e essa regra vale para a vida em qualquer circunstância!

Cláudia Boff, jornalista (Temática)

Tags: internet, redes sociais, etiqueta


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Direto da redação
05.12.2018
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04.12.2018
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