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Blog - 10.07.2019
Empresas humanizadas são mais rentáveis
                                       
 
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capitalismo consciente é uma nova abordagem para condução dos negócios que muitas empresas estão adotando pelo mundo. O conceito, estruturado por John Mackey e Raj Sisodia, tem base nos princípios do propósito maior, da integração dos stakeholders, da liderança consciente e da cultura e gestão consciente. Ele parte do princípio que o capitalismo pode ser uma força tanto para a economia e para o bem-estar social quanto para o meio ambiente

Reprodução

Em 2016, surgiu a ideia de se fazer um levantamento inspirado na relação de empresas do Capitalismo Consciente nos Estados Unidos. A pesquisa Empresas Humanizadas do Brasil 2018/2019 apresenta 22 companhias comprometidas com os princípios do movimento, com base em três critérios: geração de valor financeiro, sustentabilidade e bem-estar social.

De acordo com o estudo, em períodos longos, de 4 a 16 anos de análise, esse tipo de negócio chega a ter rentabilidade duas ou mais vezes superior à média das 500 maiores empresas do país. Essas organizações também alcançam junto aos clientes uma satisfação 239% superior, e os índices de satisfação e bem-estar dos colaboradores chega a ser 224% maior.

Segundo o estudo, as empresas humanizadas são movidas por paixão e por um propósito evolutivo, e não por dinheiro. Geram impacto, valor compartilhado e prosperidade para clientes, investidores, funcionários, parceiros, comunidades e sociedade e agem de maneira positiva para que as partes interessadas as reconheçam, valorizem, confiem, admirem e até tenham uma relação de amor. “Assim, elas tornam o mundo melhor pela maneira como fazem negócios – e o mundo responde. Os resultados obtidos comprovam que elas naturalmente são mais lucrativas, e criam regras radicalmente novas, gerando um novo significado de sucesso nos negócios: o valor compartilhado”, informa o relatório organizado por Pedro Paro, Rodrigo Caetano e Mateus Gerolamo.

Sem caráter de ranking, o trabalho mapeou, entre 1.115 empresas, quais promovem práticas alinhadas aos seus princípios e ideais de fazer negócios para melhorar o mundo. O processo da pesquisa se deu com a análise de bases de dados sobre os principais stakeholders de atuação de qualquer negócio, como colaboradores, consumidores e investidores.

Confira a lista de empresas mais humanizadas do Brasil:

– Hospital Israelita Albert Einstein

– Bancoob

– O Boticário

– Braile Biomédica

– Cacau Show

– Cielo

– ClearSale

– Elo7

– Fazenda da Toca Orgânicos

– Johnson & Johnson

– Jacto

– Klabin

– Malwee

– Mercos

– Multiplus

– Natura

– Raccoon

– Reserva

– Tetra Pak

– Unidas

– Unilever

Laura Schenkeljornalista (Temática)

Tags: capitalismo consciente, John Mackey, Raj Sisodia, sustentabilidade, bem-estar social, valor compartilhado, empresas humanizadas


Blog - 06.12.2016
Adeus velhos hábitos, feliz novos propósitos
                                       
 
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©iStock.com/RasicaCoincidência ou não, chegamos a mais um final de ano que nos remete à reflexão, abalados pela tragédia que matou 71 pessoas, na semana passada. O acidente aéreo com a delegação da Chapecoense envolveu jogadores, dirigentes e integrantes da comissão técnica do time de futebol de Santa Catarina, tripulantes do avião e profissionais da imprensa em Medelín, na Colômbia. Além de acabar com os sonhos de uma equipe tão cheia de futuro, o ocorrido representou uma segunda chance para seis sobreviventes. Lições de solidariedade, apoio, respeito e amor ao próximo – entre homenagens feitas por times, torcedores, familiares, colombianos e pessoas comuns do mundo todo – mostram que a vida vale a pena e que cada momento deve ser aproveitado ao máximo. De tudo que passamos, ficam os aprendizados. E a cada novo dia ressurge a esperança, de que podemos recomeçar, tornando-nos pessoas melhores.

Há poucos dias de fecharmos 2016, é chegada a hora de rever o que de fato fizemos nesse ano. Será que valeu a pena? E o que queremos para o Ano Novo? Perguntas como essas podem ser respondidas por qualquer pessoa em um processo de planejamento estratégico. O consultor Antônio Napole, da Kaiser Associates, diz que é importante não misturar planos pessoais com a vida profissional. "Pense primeiro nas coisas que quer fazer dentro do seu ciclo biológico para depois planejar as metas do seu negócio ou trabalho", ensina.

Depois disso, segundo ele, deve-se reunir as pessoas que fazem a sua empresa acontecer. É recomendável que elas saiam do ambiente de trabalho e reúnam-se em local isolado, sem interrupções. "Descubram a razão de ser da empresa e o que se quer atingir, verificando o que é necessário para chegar a esse sonho para o futuro", descreve. Em seguida, recomenda-se pensar naquilo que é impedimento para se atingir esse estado, buscando causas e obstáculos para alcançá-lo.

Por fim, é chegada a hora de elencar como se pretende resolver cada dificuldade. "Coloque no papel as ações, com metas e prazos, citando os responsáveis, assim como os recursos disponíveis", afirma. O período para rever os seus planos e até mesmo mudar de rota, conforme o especialista, dependerá do ciclo de cada pessoa ou empresa. “Planejar é pensar de forma sistêmica”, reforça Napole. Mesmo diante das intempéries, o principal conselho dele é seguir em frente, ajustando-se a cada mudança de cenário, afinal “muito do caminho se aprende caminhando.”

Cláudia Boff, Jornalista (Temática)

Tags: planejamento, empresa, metas, trabalho


Blog - 11.08.2016
Qual o problema que a sua empresa resolve?
                                       
 
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©iStock.com/phototechnoCom uma equipe de 57 funcionários, o WhatsApp está desbancando gigantes da telefonia, causando a elas a perda de milhões de usuários e bilhões de dólares. O Uber tem 53 funcionários, sete anos de atuação e seu serviço é melhor avaliado do que o dos táxis. Sem comprar um saco de cimento, com pouco mais de 15 funcionários no Brasil, o site Airbnb virou a maior rede de hospedagem do mundo em número de quartos, roubando grande parte da clientela da rede hoteleira.  

Por que esses pequenos empreendimentos estão crescendo e tomando mercado rapidamente? Porque focam em nichos promissores e descobriram um propósito para inovar. Nas iniciativas exitosas citadas acima, seus idealizadores descobriram que as pessoas estão dispostas a mudar e a experimentar o novo. E nenhuma delas ganhou seu espaço utilizando grandes verbas publicitárias, pelo contrário: apostaram em economia compartilhada e na valorização das conexões espontâneas. Quem encontra o seu propósito também tem mais facilidade em atrair talentos, porque é exatamente isso o que os jovens buscam no trabalho atualmente. 

Gustavo Caetano é o CEO da Samba Tech, a maior plataforma de vídeos da América Latina, com mais de 500 clientes em oito países. No ano passado, sua empresa cresceu 180%, e em 2016 deverá crescer 120%. Ele esteve na conferência Brasil em Código, da GS1 Brasil, em São Paulo, quando questionou os empresários presentes: “Qual o problema que as suas empresas resolvem? Algumas estão preocupadas em resolver os mesmos problemas de 50 anos atrás. Continuam com os velhos processos e modus operandi porque sempre se fez assim”.  

Na receita dele, a chave para o sucesso empresarial reside em atender a um ou mais dos três propósitos a seguir: melhorar a vida das pessoas, arrumar algo que está errado ou prevenir que algo bom desapareça. “Esteja disposto a falhar testando a sua ideia, mas mantenha uma lógica de agilidade”, aconselha. Outra dica do inovador, mesmo para as grandes corporações, é ter cabeça de empresa pequena: não tente ser o melhor em tudo, crie um ecossistema em volta do seu negócio, de modo que outras empresas colaborem com a sua ideia. Inovação é simplificação, e não complexidade. 

Diego Castro, jornalista (Temática)

Tags: inovação, mercado, propósito, empreender, pequena empresa


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