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Blog - 06.09.2016
As várias faces em rede
                                       
 
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©iStock.com/MaxsattanaCom a popularização da internet, a partir dos anos 2000, milhares de usuários da rede mundial de computadores, que cresce a cada ano, embarcaram em uma frenética corrida pela informação.  Só no Brasil, mais da metade da população do país (ou seja, 95,4 milhões de pessoas) acessa à web, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas com o passar do tempo, os holofotes deixaram de estar nos sites, portais de notícias e blogs. Hoje, mais do que nunca, é preciso criar e manter uma boa imagem, por meio de relacionamentos saudáveis que ajudem a formar o seu "eu" digital.

Mais antigas do que se imagina, as redes sociais digitais surgiram no final da década de 1990, possibilitando a troca de informações – até então, feita basicamente por e-mail –, abrindo espaço para a interação e o relacionamento em grupos. Mas o grande boom dessa nova mídia eletrônica ocorreu em 2004, na segunda geração de comunidades, chamada web 2.0 – uma espécie de evolução da fase anterior. Um dos grandes fenômenos deste período foi o Orkut, que se difundiu rapidamente no Brasil, a partir do convite de algum de seus participantes aos amigos, mantendo-se em funcionamento por 10 anos. Outra febre, surgida em 2004, é o Facebook, que chegou ao topo das mídias sociais no mundo em 2008, mantendo-se até hoje em primeiro lugar no Brasil. Ao todo, a plataforma conta com mais de 103 milhões de usuários, sendo por aqui terceiro país mais ativo – atrás apenas de EUA e da Índia.

A crescente democratização de conteúdos nas mídias digitais faz com que os internautas encontrem nesse ambiente um novo espaço para retratarem opiniões, mostrarem suas preferências e até mesmo engajamento. No entanto, muitos comentários e compartilhamentos de informações e notícias acabam produzindo efeitos contrários aos desejados, tanto em perfis pessoais como profissionais.

É preciso ter cuidado com o sensacionalismo e as falsas notícias, que se propagam muitas vezes por pessoas que nem acessam a determinado conteúdo, marcando e até mesmo mencionando pessoas que não estão de acordo com tal posicionamento ou ação. Especialistas dizem que não há regras específicas quanto à etiqueta nas mídias sociais. A regra que vale é a do livre arbítrio, podendo-se excluir ou deixar de seguir determinada pessoa. Não é necessário, porém, avisá-las ou mesmo ter que explicar tal atitude. Age-se dentro do bom senso!

Há quem opte em deixar claro seus posicionamentos políticos e ideológicos. No viés profissional, essa postura pode rotulá-lo, atrapalhando no trato com clientes, ou mesmo em uma futura recolocação no mercado. Para muitos, as redes sociais já se tornaram uma fonte de pesquisa e de referências, apresentando as diversas faces que alguém pode ter ou demonstrar em diferentes ambientes. Independentemente das suas escolhas, é fundamental lembrar que gentileza gera sempre gentileza e essa regra vale para a vida em qualquer circunstância!

Cláudia Boff, jornalista (Temática)

Tags: internet, redes sociais, etiqueta


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