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Blog - 09.11.2018
A vida que faz sentido
                                       
 
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O psicanalista Contardo Calligaris, colunista da Folha de S. Paulo, costuma dizer as pessoas não devem pautar suas ações pela busca da felicidade. Mais importante do que isso é ter uma vida interessante, ter vontade de realizar sonhos e desejos, sem fugir do lado ruim da existência. Nas palavras dele, a plenitude está em sentir as dores das perdas, dos fracassos, do luto. A felicidade seria uma concepção desnecessária, uma ilusão mercadológica.

No livro 12 regras para a vida: um antídoto para o caos, o psicólogo canadense Jordan Peterson também descarta a felicidade como objetivo humano. Devemos ir atrás é de uma vida com propósito, uma vida que tenha significado, e não conveniência. Quando você percebe que poderia fazer a mesma atividade para sempre, esquece os ressentimentos. O cérebro avisa quando a pessoa chegou ao lugar certo, na hora certa, inundando o corpo com a sensação de propósito e compromisso. Conforme diz, a vida adquire significado quando se trabalha na área de domínio, mas esforçando-se de modo que ocorra uma melhora progressiva, trafegando na fronteira entre o seu melhor (ordem) e o ponto em que tudo pode dar errado (caos).

Uma outra reflexão pertinente ao tema é feita pelo médico americano Robert Lustig. Ele escreveu um livro sobre a confusão entre felicidade e prazer, que é estimulada pela publicidade de grandes corporações. Quem procura prazer constantemente, não encontra a felicidade. O prazer é momentâneo, visceral e, em geral, solitário. A felicidade é mais duradoura, etérea, gregária. O primeiro é provocado pela dopamina, neurotransmissor ativado por substâncias como açúcar, nicotina e álcool, ou por comportamentos como fazer compras, receber likes, jogar videogames. Seu excesso causa dependência. A segunda provém da liberação da serotonina e não gera a sensação de que é preciso mais daquilo para se satisfazer.

O administrador de empresas Max Senger, da HUB Colabore (grupo de profissionais e empresas unidas em projetos colaborativos), afirma que, quanto mais autêntico você for no que faz, mais estará perto do seu propósito. Isto é, quanto mais o seu trabalho desenvolver suas habilidades, representando seus valores e crenças, mais tudo fará sentido. Infelizmente, pesquisas indicam que apenas 20% das pessoas já descobriram qual o seu propósito na vida, e, pior ainda, apenas 1% delas efetivamente trabalham nisso. Falta a coragem, o impulso para a experimentação.

Autor: Diego Castro, jornalista

Tags: vida, propósito, significado, felicidade


Blog - 19.12.2016
Qual é o seu nível de curiosidade?
                                       
 
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©iStock.com/ImgorthandNão importa se você é empreendedor, professor, artista ou engenheiro. Para qualquer pessoa, ser curioso traz benefícios que podem ser pessoais, profissionais ou mesmo para a sociedade.Conseguir pensar e agir de novas maneiras é algo revolucionário.

De acordo com o livro Innovating Minds: Rethinking Creativity To Inspire Change, que faz um apanhado de pesquisas sobre a mente e comportamento, a criatividade é muito mais do que um processo estatístico, está profundamente ligada a emoções e motivação. “Pensar é algo que emerge de uma interação dinâmica e contínua de cérebro, mente e ambiente. Conhecendo mais o nosso pensamento podemos otimizar nossas mentes inovadoras, mentes que se adaptam criativamente de forma continuada, construindo o que aprendeu com flexibilidade, ajudando os outros a fazê-lo também e formando ambientes que sustentam e semeiam a inovação”, descreve o livro de Wilma Koutstaal e Jonathan Binks.

E se essa característica é tão importante, dentro e fora das empresas, é de grande valia pensar em como estimulá-la. Afinal, o que auxilia as pessoas a serem curiosas? Essa dúvida foi o norte de uma pesquisa desenvolvida pela Merck que mediu os níveis da curiosidade de funcionários e o nível da curiosidade apoiado por suas empresas. Participaram do estudo trabalhadores da Alemanha, da China e dos Estados Unidos.

De acordo com o relatório (clique aqui para ler a íntegra do texto, em inglês), curiosidade envolve o reconhecimento, a busca, e preferência das coisas que são novas, incomuns, e fora de sua experiência normal. Para realizar o estudo, a curiosidade foi dividida em quatro dimensões: inquietude (fazer perguntas e explorar ideias), criatividade (vontade de experimentar novas soluções), abertura (ter preferência por uma variedade de experiências e perspectivas) e tolerância (capacidade de atender o desconhecido com coragem, em vez de ansiedade).

Para fomentar a curiosidade dos funcionários, as empresas precisam criar um ambiente de trabalho feliz. Mais da metade dos funcionários altamente curiosos trabalham para organizações que alimentam ativamente a curiosidade no trabalho e podem ter qualquer idade, embora os mais jovens tendam a expressar a sua curiosidade com mais frequência. Além disso, funcionários curiosos trazem ideias à vida no trabalho. Eles se sentem contagiados e satisfeitos pelo trabalho que fazem e tendem a ter um papel significativo no processo de tomada de decisão.

A pesquisa revelou que existe uma relação entre a curiosidade e a satisfação no trabalho: os trabalhadores que são "extremamente satisfeitos" com os seus empregos são mais suscetíveis de ser altamente curiosos.

Percebeu-se também uma diferença de perfil por país: na China e nos Estados Unidos, os trabalhadores da geração Y tiveram as maiores pontuações no Índice de Curiosidade dos Colaboradores. Já na Alemanha, os baby boomers têm as maiores pontuações. E você, o quão curioso você é? Faça aqui um teste interativo.

Laura Schenkel, jornalista (Temática)

Tags: curiosidade, pesquisa, psicologia, cérebro, criatividade


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