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Notícias - 05.10.2017
Empreendedorismo cresce no Brasil
                                       
 
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Empreender sempre significa desafios – seja em épocas de recessão ou de bonança econômica, o ato de abrir um negócio exige muita coragem e disposição para vencer os obstáculos. A ampla gama de oportunidades trazida pelo mundo empresarial pode representar um convite para vencer as adversidades e também ser uma forma de driblar o desemprego. Isso se evidencia no Brasil pela aposta no empreendedorismo, que vem crescendo nos últimos anos. E as pessoas que abrem o seu próprio negócio estão cada vez com mais proeminência, segundo aponta pesquisa do Serasa Experian, uma vez que 79,2% das empresas criadas em 2017 são de microempreendedores individuais. Além disso, 7,7% dos novos negócios são representados por sociedades limitadas (Ltda.), 7,2% por empresas individuais e 5,3% estão compostas por outras naturezas jurídicas. Dividindo por segmentos, o setor de serviços predomina no interesse dos empreendedores, com 63,2% dos registros, seguido por 28,5% das empresas comerciais e 8,1% de indústrias.

Se abrir um negócio não é nada simples, mantê-lo ativo e transformá-lo em algo próspero exige ainda mais do empreendedor. Motivados pelo interesse de mensurar a duração das empresas, os professores Vijay Govindarajan e Anup Srivastava, de Dartmouth College, nos Estados Unidos, criaram a pesquisa Strategy when creative destruction accelerates, a fim de analisar a longevidade corporativa. O estudo contemplou todas as 29.688 empresas listadas nos mercados de ações norte-americanas, e as dividiu em grupos de dez anos, de acordo com o momento de seu registro, e, por fim, examinou quantas haviam sobrevivido cinco anos depois. Os resultados apontam um decréscimo de longevidade – as empresas criadas antes de 1970 contam com 92% de chance de sobreviver ao primeiro quinquênio, enquanto os negócios criados entre 2000 e 2009 têm 63% de probabilidade. 

Para entender este fenômeno – e encontrar maneiras de pará-lo – os pesquisadores dividiram as demonstrações financeiras, determinando assim a variação de investimentos entre ativos físicos e capital organizacional. O estudo apontou que, em média, as empresas mais jovens gastam mais do que o dobro das antigas em capital organizacional, que contempla pessoal, patentes, pesquisa e desenvolvimento de propriedade intelectual. Esta atitude demonstra que as companhias a partir de 2000 têm por característica apostar na inovação e em meios menos convencionais, além de se estabelecerem, em grande maioria, no meio online. 

Dicas dos especialistas

Como conclusão do estudo, Govindarajan e Srivastava apontam três grandes soluções para as empresas mais jovens se manterem no mercado:

Aposte em ativos físicos: A primeira delas é incorporar tanto tecnologia quanto produtos físicos em seus modelos de negócios.

Crie fidelidade: Outra indicação é procurar opções que incluam efeitos de rede, contando com a dificuldade em migrar de uma plataforma para a outra sem perder dados.

Stay hungry, stay foolish”*: A última sugestão, e mais abstrata, sustenta que o foco fique na inovação contínua, ponto forte das companhias criadas a partir de 2000. 

*Traduzido para o Português: “Permaneça faminto e tolo”, citação de Steve Jobs para incentivar a procura constante de novas alternativas


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