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Notícias - 12.07.2018
Disseminação de notícias falsas preocupa empresas
                                       
 
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A fim de conhecer a dimensão das fake news e os mecanismos que contribuem ©iStock.com/Ilkercelikpara mitigar a propagação das notícias falsas sob o ponto de vista corporativo, a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) organizou a pesquisa Fake News – Desafios das organizações. Realizado entre 27/02 e 4/04, o levantamento contou com a participação de 52 organizações de diversos setores, tanto nacionais quanto multinacionais.

Os resultados obtidos mostram que as organizações refletem sobre o problema, mas ainda não se protegem adequadamente. Enquanto o assunto preocupa 85% das empresas, 67% delas não tem o assunto incluído em sua estratégia. Além disso, somente 20% estruturou seu departamento interno ou contratou serviços externos para acompanhar e gerir as publicações que envolvem notícias falsas. Os principais impactos causados pelas fake news são danos à reputação da marca (91%) e à imagem da empresa (77%); perdas econômico-financeiras (40%) e credibilidade da companhia (40%). Os temas com mais incidência de conteúdos deste tipo são política nacional (78%), seguidos por saúde (30%), assuntos internacionais (28%) e negócios, economia e finanças (28%).

A maioria das organizações considera os veículos tradicionais mais confiáveis na divulgação de notícias. Os mais citados foram jornais e revistas online (74%), jornais impressos (67%) e revistas impressas (39%). Entre os métodos utilizados para discernir o que é real e o que é falso, destaca-se a confiança, tanto no veículo que publica, quanto no jornalista que produz o artigo. As informações mais credíveis para 91% dos entrevistados estão em mídias tradicionais e para 71% nas agências de notícias. Já as menos confiáveis são as encontradas nas redes sociais (71%).

Na opinião dos entrevistados, as mídias sociais não têm feito o suficiente para auxiliar os usuários na verificação da veracidade das matérias. Para 64% dos participantes, essas plataformas devem ser os principais responsáveis por tomar medidas de controle às fake news, seguidas por autoridades públicas como governos, agências reguladoras e autoridades competentes (30%), assim como as organizações da sociedade civil (30%). Em ano de eleições para o executivo e legislativo, 93% dos respondentes acreditam que conteúdos falsos podem causar prejuízos, influenciando diretamente nas decisões de votação.

Plataforma lança iniciativa

Para auxiliar na disseminação mais correta das informações, o aplicativo de mensagens Whatsapp divulgou recentemente um alerta para prevenir fake news em sua plataforma. O app informará quando as mensagens não forem escritas por quem as enviou. Os usuários serão avisados logo no início do conteúdo, por meio de uma etiqueta com a palavra “encaminhada”.


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