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Notícias - 31.07.2019
Trabalho: o futuro das mulheres na era da automação
                                       
 
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É provável que entre 40 milhões e 160 milhões de mulheres precisem mudar de trabalho até 2030, assumindo funções de maior qualificação. É o resultado apontado pelo estudo O futuro das mulheres no trabalho: transições na era da automação, feito pela consultoria internacional McKinsey Global Institute, que explora a situação potencial delas em termos de “empregos perdidos” (que desapareceram com a automação), “empregos ganhos” (criados graças ao crescimento econômico, investimento, mudanças demográficas e inovação tecnológica) e “empregos modificados” (cujas atividades e habilidade exigidas mudaram por conta da automação parcial).

A pesquisa examina seis economias maduras (Canadá, França, Alemanha, Japão, Reino Unido e Estados Unidos) e quatro economias emergentes (China, Índia, México e África do Sul) que, juntas, respondem por cerca de metade da população mundial e por cerca de 60% do PIB global. Para realizar uma transição de sucesso, as mulheres provavelmente precisarão de maior nível educacional e habilidades diferentes. Com isso, elas estarão bem posicionadas para os empregos mais procurados no futuro. No entanto, se não conseguirem fazer as transições necessárias, muitas mulheres poderão enfrentar uma diferença salarial crescente em relação aos homens.

As mulheres são maioria em muitas funções com alto potencial de automação por envolver trabalho cognitivo rotineiro, como é o caso de cargos de apoio administrativo ou do setor de serviços. Essas funções representam 52% dos empregos femininos que podem ser perdidos. Em economias emergentes observa-se, no nosso cenário, uma clara tendência de perda de empregos em funções ligadas à agricultura. Nos dez países da amostra, 58% dos ganhos brutos de emprego feminino podem vir de três setores: saúde e assistência social, manufatura e atacado/varejo. 


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