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Reportagens - 13.10.2017
Ajuste seus relógios
                                       
 
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Amado por alguns e temido por outros, o horário de verão está em vigência recorrente no país há 32 anos. Neste fim de semana, depois de dada incerteza do governo, ele adianta os relógios de três regiões em 1 hora. Como se preparar para a mudança?

Crédito: ©iStock.com/zoff-photoNeste domingo (16/10), os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil devem adiantar os seus relógios em uma hora, devido ao Horário de Verão, que entra em vigência a partir da meia-noite e se estende até 17/02 em 11 unidades da federação – Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a medida se mostra mais eficaz em localidades mais afastadas da Linha do Equador, uma vez que há mais diferenças entre a luminosidade do dia entre o verão e o inverno, algo que não é tão acentuado nos estados do Norte e do Nordeste.

O horário de verão foi implementado pela primeira vez em 1931 e institucionalizado anualmente em 1985, e prevê a diminuição do uso de energia elétrica nas estações mais quentes do ano, utilizando a luz do dia por mais tempo. Segundo apontamentos do Ministério de Minas e Energia, no verão 2016/2017, a medida resultou em uma redução média de 4,5% de demanda por energia no horário de pico e 0,5% no consumo – o que contabiliza economia de R$ 160 milhões. Apenas no Estado, segundo a CEEE, a diminuição de demanda foi de 5,1% e de 0,6% no consumo.

A polêmica

Em setembro, o Ministério de Minas e Energia anunciou que estaria repensando a implantação do horário de verão no Brasil. De acordo com o órgão, atualmente a economia é neutra – não se mostra nem positiva e nem negativa para a geração de luz elétrica no país. Contudo, para abolir a medida, seria necessário consultar a população para debater o encerramento ou a continuidade da ação, e não haveria tempo hábil para realizar a pesquisa entre os brasileiros. O levantamento deve ser realizado durante 2018, para avaliar a necessidade da medida para o próximo verão.

Um dos responsáveis pela obsolescência do horário de verão é a atualização do horário de pico, que atualmente tem sido as horas no final da manhã e início da tarde, a faixa mais quente do dia. Antigamente, os maiores puxadores de energia eram os chuveiros elétricos, mais utilizados nos banhos ao fim do dia. Agora, a popularização do ar condicionado e o seu uso nos horários de maior calor é o que influencia o consumo de luz.

A preparação

Figurinha carimbada nos dias mais quentes, o horário de verão conta com fãs e críticos – mas um fato é certo para grande parte da população: a adaptação aos primeiros dias com uma hora a menos é sempre complicada. De acordo com o médico neurologista e coordenador do centro de distúrbios do sono do Hospital Moinhos de Vento, Geraldo Rizzo, quem tem por hábito aproveitar a manhã terá mais dificuldade em se adequar ao novo horário: “As pessoas são divididas segundo seu cronotipo em matutinas, vespertinas ou indiferentes. As matutinas e vespertinas costumam sofrer com a mudança do horário. Isso é geneticamente determinado”. Além disso, o dia com mais horas de luz solar interfere no funcionamento fisiológico do ser humano, segundo Rizzo ressalta: “A luz solar prolongada bloqueia a produção do hormônio melatonina e faz com que durmamos mais tarde que o habitual”.

Outra diferença trazida pela alteração na organização das horas é a desregulação do organismo como um todo, o que pode trazer, Rizzo aponta, algum tipo de prejuízo como dificuldade de concentração, alteração no humor e no apetite, entre outros. Para combater esse tipo de sensação, o médico aconselha utilizar o tempo a mais de luz solar para curtir mais atividades ao ar livre, convivendo em família e curtindo a estação mais quente.

O ideal, para vencer esse período inicial de adaptação, é manter as práticas habituais nos mesmos horários em que todos da casa estão acostumados – incluindo todas as faixas etárias, desde os bebês até os idosos. “Ou seja, se você costuma jantar às 20h, continue realizando a refeição às 20h do relógio. Por outro lado, procure não dirigir por muitas horas no primeiro dia da mudança nem exercer atividades que exijam muita concentração. Dormir com a persiana aberta ajuda a ciclar o relógio biológico”, completa.


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